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A persistência da voz poética em Stela do Patrocínio: entre a oralidade e a escrita
Este artigo tem como objetivo apresentar uma leitura de Reino dos bichos e dos animais é o meu nome (DO PATROCÍNIO, 2001), obra com a produção poética oral de Stela do Patrocínio e transcrita por Viviane Mosé. Percebida a colocação de uma voz poética viva nos poemas, nosso interesse primeiro foi discutir como esta se desloca da oralidade para a escrita. Para tanto, analisamos a poética de Stela do Patrocínio a partir de dois vieses. Por um lado, nosso interesse centrou-se em como a questão da autoria é refratada, ao transpor a poética para a poesia escrita. Por outro, voltamo-nos para a relação do leitor com esta voz poética, entendendo os dois em suas dimensões corpóreas, e ocupando lugares no espaço. Para tanto, recorremos às contribuições principalmente de Foucault (2009, 2011), Gumbrecht (2010) e Zumthor (2014). Em meio ao debate, evidencia-se a voz poética nos versos, uma vez que, ao fazer uma leitura crítica destes, é igualmente necessário que eles sejam vocalizados. Por fim, através do percurso teórico e crítico, acreditamos que, transposta para a escrita, a voz poética de Stela do Patrocínio (2001) segue pulsando no leitor, em uma dinâmica em que a tensão se altera, mas a produção de presença permanece.