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"Petermann, Christian"
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Carotid endarterectomy or stenting or best medical treatment alone for moderate-to-severe asymptomatic carotid artery stenosis: 5-year results of a multicentre, randomised controlled trial
by
Lechner, Gabriele
,
Storck, Martin
,
Stingele, Robert
in
Asymptomatic
,
Brain Ischemia - complications
,
Carotid arteries
2022
The optimal treatment for patients with asymptomatic carotid artery stenosis is under debate. Since best medical treatment (BMT) has improved over time, the benefit of carotid endarterectomy (CEA) or carotid artery stenting (CAS) is unclear. Randomised data comparing the effect of CEA and CAS versus BMT alone are absent. We aimed to directly compare CEA plus BMT with CAS plus BMT and both with BMT only.
SPACE-2 was a multicentre, randomised, controlled trial at 36 study centres in Austria, Germany, and Switzerland. We enrolled participants aged 50–85 years with asymptomatic carotid artery stenosis at the distal common carotid artery or the extracranial internal carotid artery of at least 70%, according to European Carotid Surgery Trial criteria. Initially designed as a three-arm trial including one group for BMT alone (with a randomised allocation ratio of 2·9:2·9:1), the SPACE-2 study design was amended (due to slow recruitment) to become two substudies with two arms each comparing CEA plus BMT with BMT alone (SPACE-2a) and CAS plus BMT with BMT alone (SPACE-2b); in each case in a 1:1 randomisation. Participants and clinicians were not masked to allocation. The primary efficacy endpoint was the cumulative incidence of any stroke or death from any cause within 30 days or any ipsilateral ischaemic stroke within 5 years. The primary safety endpoint was any stroke or death from any cause within 30 days after CEA or CAS. The primary analysis was by intention-to treat, which included all randomly assigned patients in SPACE-2, SPACE-2a, and SPACE-2b, analysed using meta-analysis of individual patient data. We did two-step hierarchical testing to first show superiority of CEA and CAS to BMT alone then to assess non-inferiority of CAS to CEA. Originally, we planned to recruit 3640 patients; however, the study had to be stopped prematurely due to insufficient recruitment. This report presents the primary analysis at 5-year follow-up. This trial is registered with ISRCTN, number ISRCTN78592017.
513 patients across SPACE-2, SPACE-2a, and SPACE-2b were recruited and surveyed between July 9, 2009, and Dec 12, 2019, of whom 203 (40%) were allocated to CEA plus BMT, 197 (38%) to CAS plus BMT, and 113 (22%) to BMT alone. Median follow-up was 59·9 months (IQR 46·6–60·0). The cumulative incidence of any stroke or death from any cause within 30 days or any ipsilateral ischaemic stroke within 5 years (primary efficacy endpoint) was 2·5% (95% CI 1·0–5·8) with CEA plus BMT, 4·4% (2·2–8·6) with CAS plus BMT, and 3·1% (1·0–9·4) with BMT alone. Cox proportional-hazard testing showed no difference in risk for the primary efficacy endpoint for CEA plus BMT versus BMT alone (hazard ratio [HR] 0·93, 95% CI 0·22–3·91; p=0·93) or for CAS plus BMT versus BMT alone (1·55, 0·41–5·85; p=0·52). Superiority of CEA or CAS to BMT was not shown, therefore non-inferiority testing was not done. In both the CEA group and the CAS group, five strokes and no deaths occurred in the 30-day period after the procedure. During the 5-year follow-up period, three ipsilateral strokes occurred in both the CAS plus BMT and BMT alone group, with none in the CEA plus BMT group.
CEA plus BMT or CAS plus BMT were not found to be superior to BMT alone regarding risk of any stroke or death within 30 days or ipsilateral stroke during the 5-year observation period. Because of the small sample size, results should be interpreted with caution.
German Federal Ministry of Education and Research (BMBF) and German Research Foundation (DFG).
Journal Article
SBT estreia em sua grade o Documenta Brasil; Source: Gazeta Mercantil
2007
Em coletiva de imprensa realizada na sala Cinemateca, em Sao Paulo, com a presenca de representantes dos quatro parceiros e tambem dos filmes concluidos, tomou-se o primeiro contato com o que Documenta Brasil propoe. O titulo inaugural e \"Pindorama ? A Verdadeira Historia dos Sete Anoes\", direcao coletiva de Roberto Berliner, Lula Quiroga e Leo Criveralli e producao da TV Zero (RJ). Apresenta o dia-a-dia no circo Pindorama, uma companhia mambembe que e dirigida por uma familia de anoes e percorre o interior do Nordeste com seu espetaculo. O documentario e apresentado como uma metafora sobre o exercicio do poder no Brasil, tendo uma comunidade circense peculiar como microcosmo. Quem falou sobre o filme foi Quiroga, com eventuais comentarios de Berliner e Criveralli, que estavam na \"plateia\" junto a imprensa. Quiroga comentou que ja sao dezoito anos de estrada: a familia mora numa casa movel. \"Eles vao onde o poder publico nao vai. E eles sao extremamente amorosos. E como crescem diante da camera!\", completou. Na mesma linha de raciocinio, [Toni Venturi] disse que o media para TV e mais direto, objetivo e dinamico, para evitar a dispersao, enquanto que o longa de cinema, que ja esta pronto e tem 75 minutos de duracao, e mais contemplativo e melhor acabado. \"Por ordem de cronograma, a finalizacao para TV foi acelerada\", explicou o cineasta. Berliner, o premiado realizador de \"A Pessoa E para o que Nasce\", por sua vez, revelou que guardou varios segredos para o longa \"Pindorama\": \"O media e uma chamada para o cinema, eu termino com ganchos do tipo ?conheca apenas no cinema a historia de...?\". Com isto, o diretor da um voto de confianca contra a antiga pergunta: \"a TV queima o cinema?\", referindo-se a filmes que foram exibidos na TV antes de sua estreia comercial nas salas de cinema, geralmente com resultados modestos. O proprio secretario do Audiovisual foi o primeiro a dizer que, de fato, nao sabe a resposta. \"A pergunta esta no ar. O Documenta Brasil e um teste importante. Esperamos todos entao que o projeto vingue\", lancou Senna. 2007 NoticiasFinancieras - Gazeta Mercantil - All rights reserved
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Impasse sem solução
2007
Esse clichê dramático-sociológico, reflexo de uma realidade inescapável, é tema recorrente quando o foco é a juventude brasileira. Em linhas gerais, não é oferecido um ponto de vista autoral, nem se sugere uma solução para os impasses: o cinema nacional funciona então como testemunha de um rigoroso determinismo social. É importante, portanto, o filme \"Quem Matou Pixote?\", de José Joffily, que conta a história do menino Fernando Ramos da Silva, que nasceu pobre em Diadema, rodou o mundo como astro de \"Pixote, a Lei do Mais Fraco\" (1980), de Hector Babenco, e, analfabeto, voltou ao crime, sendo morto pela polícia em 1987. Outro reflexo dessa nova postura artística, ciente da responsabilidade social diante de tal tema e objeto, é o filme \"Querô\", de Carlos Cortez, que estreará no próximo dia 14 de setembro. Drama escrito por Luiz Bolognesi (de \"Bicho de Sete Cabeças\") e Bráulio Mantovani (\"Cidade de Deus\"), o filme acompanha adolescentes marginaliza-dos na zona portuária de Santos, num recorte narrativo que o registrou na mídia como o novo \"Pixote\". Mas há uma diferença substancial: ao trabalhar com um elenco jovem formado apenas por atores não-profissionais, estabeleceu-se a necessidade de profissionais responsáveis acompanharem a rotina desses novos talentos em especial depois de terminadas as filmagens. Completando o quadro, há ainda Jorge Furtado, um cineasta que fugiu do registro sociológico e realizou duas obras de salutar entretenimento. De um lado, a única comédia (ou melhor, \"dramédia\") romântica teen do período, \"Houve Uma Vez Dois Verões\" (2002), na qual um grupo de adolescentes desperta para o amor durante duas férias de verão numa praia gaúcha. O elenco jovem, com boa química e muito rock gaúcho na trilha, faz desse um longa único e despretensioso, como é o gênero em Hollywood. Jovens também protagonizam \"Meu Tio Matou um Cara\" (2004), comédia na qual Darlan Cunha (de \"Cidade dos Homens\") interpreta um rapaz que tanto ajuda o tio (Lázaro Ramos), acusado de assassinato, como se apaixona por uma menina branca (Sophia Reis). Esse filme quase \"pipoca\" teve razoável resposta de público.
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Da mesma casa para o mesmo filme
2007
São Paulo, 24 de Agosto de 2007 - Em 1992, João Moreira Salles decidiu filmar o antigo mordomo de sua família.
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Discurso pela liberdade
2007
Ele foi o grande homenageado do XI Festival de Cinema Judaico de São Paulo, encerrado no domingo último, dia 12. Fox permaneceu uma semana na capital paulista, participando de conversas com o público durante o festival e também da pré-estréia de seu mais recente trabalho, \"Bubble\" (leia crítica abaixo). Ele depois seguiu a itinerância do festival e a campanha de lançamento do filme no Rio de Janeiro (onde o festival abriu ontem, dia 16, e segue até quinta, dia 23) e em Porto Alegre (uma versão reduzida acontecerá entre amanhã, dia 18, e segunda-feira, 20). Durante sua estada na capital paulista e no Rio, ele foi também acompanhado do ator Ohad Knoller, protagonista tanto de \"Bubble\" quanto de seu anterior \"Delicada Relação\" (Yossi & Jagger, de 2002). A Gazeta Mercantil entrevistou ambos durante esta passagem por São Paulo. Seu média-metragem de estréia, \"After\" (ou \"Time Off\", de 1990), já apontou para sua temática político-sexual. O roteiro apresenta um tenente rigoroso que, durante uma folga, é flagrado por seus soldados fazendo sexo num parque. O filme conquistou o prêmio do júri no Festival Internacional de Escolas de Cinema de Munique (Alemanha). No ano de 1997, ele realizou o média musical \"Gotta Have Heart\" (Ba?al Ba?al Lev), sobre três jovens de uma cidade pequena, um deles vive escondido \"no armário\" (sem se assumir gay), outro é louco para vencer o mais conhecido show de calouros da Europa, e o terceiro pouco fala. A consagração veio com seu segundo longa, \"Delicada Relação\", disponível em DVD. Consagrado nos festivais de cinema gay de Toronto (Canadá), com o prêmio do público, e de Dallas (EUA), para o ator Yehuda Levi, o drama romântico sobre o envolvimento entre dois soldados num posto na fronteira com o Líbano também foi laureado no Festival de Cinema de Tribeca. Este filme, realizado com total liberdade, pois não há censura oficial em Israel, não contou, porém, com o apoio do exército, \"por diferenças do ponto de vista militar, não por causa da natureza sexual do entrecho\", explicou Fox. \"Tivemos de arranjar uniformes, um tanque e locações por conta própria para alcançar a verossimilhança\", relembra.
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Resgate íntimo e pessoal
2007
Querido por todos com quem trabalhou, o filme conta com depoimentos ricos e carinhosos de nomes como, entre outros, Walmor Chagas e Eva Wilma, que formaram um par inesquecível em \"São Paulo S/A\"; do também saudoso Raul Cortez, que interpretou um dos irmãos Naves; Paulo José, o protagonista de seu último trabalho concluído, o irreverente e multicolorido \"Cassy Jones, o Magnífico Sedutor\" (1972); o amigo de Person, e espécie de mentor de Marina, Carlos Reichenbach, também parceiro e sócio de longa data de [Sara Silveira]; o diretor e dramaturgo Antunes Filho; e o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão, cuja importância foi pela primeira vez destacada por Person, que ao seu lado dirigiu um dos episódios da \"Trilogia de Terror\" (1968, de nome \"A Procissão dos Mortos\"), quadro de diretores é completado pelo também marginal (à sua maneira) Ozualdo Candeias. Um dos reflexos mais nítidos do lento acabamento que o documentário de Marina recebeu é a trilha sonora, um dos últimos cuidados da obra. Assinada pelo talentoso Beto Villares, autor de trabalhos como \"O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias\" e \"Antônia - O Filme\" (prêmio Coral de melhor trilha do festival de Havana 2006), a trilha é completada por duas canções de Jorge Ben, que é amigo da família e a esta foram dedicadas: \"[Domingas Person]\" e \"Meu Glorioso São Cristóvão\". Tudo isso aponta para uma carreira cinematográfica sólida para Marina, que veio de uma premiada co-direção (com Jorge Espírito-Santo) no curta, essencialmente paulistano, \"Almoço Executivo\" (1996). Como atriz, ela apareceu recentemente em longas como o drama \"Bens Confiscados\" (2004), de Reichenbach (de quem foi assistente em \"Alma Corsária\", de 1992), e as comédias \"O Casamento de Romeu e Julieta\", de Bruno Barreto, o ignorado \"Mais Uma Vez Amor\", de Rosane Svartman, e o incompreendido \"A Máquina\", de João Falcão, todos realizados em 2005.
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O cinema de luto
2007
O impacto é inquestionável: por mais que todas as artes necessitem de constante renovação e rejuvenescimento, a perda ativa de modelos exemplares e acima de qualquer suspeita provoca uma lacuna irrevogável. [Ingmar Bergman] e Antonioni, em tomadas diferentes, foram cineastas que traduziram o ápice do existencialismo europeu, em obras referenciais consagradas por estudiosos e cinéfilos, mas muitas vezes incompreendidas e até rechaçadas pelo espectador comum. Bergman estará para sempre associado a obras-primas como \"O Sétimo Selo\" (1957) e \"Sonata de Outono\" (1978), enquanto Antonioni tem por realizações mais reverenciadas filmes como \"A Noite\" (1961) e \"Blow Up - Depois Daquele Beijo\" (1966), que contou com marcante trilha sonora de Herbie Hancock. Já Serrault alcançou fama internacional com um de seus trabalhos mais populares, como um dos protagonistas da \"A Gaiola das Loucas\" (1978). Aproveitando a triste data, será reexibido a partir de hoje, em São Paulo, a cópia restaurada do clássico \"O Sétimo Selo\". O ator Michel Serrault, por sua vez, foi vítima de um câncer que se prolongou por anos. Dono de uma carreira prolífica, com mais de 130 trabalhos de cinema registrados em pouco mais de meio século de carreira (iniciada em 1954), Serrault atuou nos palcos, na telinha e nas telonas, transformando-se num ícone absoluto na França. Apesar de ser sempre lembrado como Zaza Napoli, o dono travestido de \"A Gaiola das Loucas\", que mereceu duas continuações francesas e uma refilmagem norte-americana, Ser-rault foi também premiado por uma série de papéis sérios. Recentemente, pôde ser visto em \"Assassino(s)\", de Mathieu Kassovitz, e \"Negócios à Parte\", de Claude Chabrol (ambos de 1997), \"Os Atores\" (2000), uma comédia de Bertrand Blier, e \"Feliz Natal\" (2005), de Christian Carion, há pouco lançado em DVD no Brasil. Ele trabalhou até quase o final de sua vida: seu último registro foi o aqui ainda inédito \"Pars Vite et Reviens Tard\" (2007), de Régis Wargnier.
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Ética na berlinda
2007
São Paulo, 27 de Julho de 2007 - N o contrafluxo das estréias que costumam tomar conta do circuito comercial de salas de cinema durante as férias de julho, não há, nesta semana, qualquer blockbuster censura livre atolado de efeitos especiais. Ao contrário: por feliz (e inspirada) coincidência, programou-se para hoje o lançamento de dois filmes de forte viés político, ideais para um espectador de cultura e mentalidade mais maduras. São duas produções norte-americanas, o épico dramático \"Bobby\", de Emilio Estevez, e o thriller de espionagem \"Quebra de Confiança\", de Billy Ray que chegam às telas esta semana. E para a próxima semana, está prevista a estréia do franco-germânico \"A Comédia do Poder\", do mestre Claude Chabrol. Em comum, os três têm roteiros que partem de fatos reais envolvendo traição, corrupção e assassinato - ou seja, ingredientes clássicos de uma boa trama. Na tradição de filmes investigativos como \"Todos os Homens do Presidente\" (1976), o cineasta Billy Ray também cutuca uma ferida recente em \"Quebra de Confiança\" (2007). Roteirista de filmes díspares como \"A Cor da Noite\" (1994) e \"A Guerra de Hart\" (2002), ambos estrelados por Bruce Willis, e tramas de suspense como \"Volcano\" (1995) e \"Plano de Vôo\" (2005), é como diretor que Ray realmente diz a que veio. Ele estreou na função dupla no interessante \"O Preço de uma Verdade\" (2003), lançado no Brasil diretamente em DVD, sobre o caso verídico de um jovem jornalista de Washington, Stephen Glass, que falseou mais da metade dos artigos que escreveu para a revista The New Republic. A busca da correção informativa também norteia seu segundo trabalho como diretor.
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Escândalos políticos nas telas do cinema
2007
São Paulo, 27 de Julho de 2007 - Por uma boa coincidência, estréiam hoje (27) nas salas brasileiras dois filmes de viés político.
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