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VIOLÊNCIA, HUMOR E RELIGIÃO
Notícias de violência em resposta a piadas com religião, e violência relacionada à religião de uma maneira geral, têm sido frequentes na grande mídia, o que nos leva a buscar soluções e possibilidades para um convívio pacífico entre cidadãos religiosos e seculares. Esse convívio se dará, inevitavelmente, pelo diálogo entre a razão e a religião. Esse artigo visa estabelecer reflexões sobre essas possibilidades, pela perspectiva dos filósofos Jürguen Habermas, Giovanni Vattimo e Roger Scruton, do teólogo Joseph Ratzinger, e do antropólogo René Girard. A reflexão desse artigo focará na importância do estado secularizado e sua função de conter os extremismos, bem como no reconhecimento de que foi o Cristianismo que em grande parte possibilitou o advento do estado secularizado, com liberdade de culto religioso (incluindo o ateísmo). Soluções são propostas ao longo do artigo.
Religiosidade e saúde mental: evolução da depressão em pacientes segundo o nível de envolvimento religioso
A presente dissertaçao tem como objetivo principal estudar as relaçöes entre a depressao moderada a grave e a religiosidade nos sujeitos da contemporaneidade. Para isso, foram entrevistados e colhidos dados de onze pacientes através de instrumentos padronizados e validados de pesquisa (escalas). O nivel de depressao também foi medido 60 a 90 dias depois, para se fazer correlaçöes com o nivel de melhora da depressao e o nivel de religiosidade intrínseca. Os resultados mostraram que maior nivel de envolvimento religioso medido pela escala de religiosidade intrinseca nao esteve implicado em maior melhora da depressao, nem em piora. Porém, constatou-se que maior nivel de envolvimento religioso foi associado a menores niveis de depressao no inicio do estudo, de forma significativa. A partir de alguns referenciais da psicología da religiao, conclui-se que a religiosidade possui pouco ou nenhum efeito na melhora de pessoas com depressao moderada a grave. Entende-se que isso ocorre porque a religiosidade perdeu muito de sua força na contemporaneidade, além de fatores biológicos e psicológicos que tornam a depressăo, depois que atinge certa gravidade, imune aos efeitos da religiăo. No entanto, como os sujeitos mais religiosos tenderam a ter menores níveis de depressăo no inicio do estudo, conclui-se que se a religiăo năo melhora pelo menos ela tem um efeito atenuante no surgimento do quadro, que se năo fosse a religiosidade seria bem mais grave. Assim, a religiosidade de fato proporcionou aos sujeitos uma maneira eficaz de diminuir os sintomas depressivos, através do enfrentamento (coping) do estresse e fazendo com que a experiencia depressiva tenha algum significado no crescimento espiritual do sujeito, através da sua ressignificagăo. Termina-se enfatizando a dimensăo do cuidado espiritual, que poderá trazer mais qualidade no atendimento dos profissionais de saúde.
VIOLÊNCIA, HUMOR E RELIGIÃO: uma análise dessa relação no estado liberal secularizado
Noticias de violencia em resposta a piadas com religiăo, e violencia relacionada a religiăo de uma maneira geral, tem sido frequentes na grande mídia, o que nos leva a buscar soluçöes e possibilidades para um convivio pacífico entre cidadăos religiosos e seculares. Esse convivio se dará, inevitavelmente, pelo diálogo entre a razăo e a religiăo. Esse artigo visa estabelecer reflexðes sobre essas possibilidades, pela perspectiva dos filósofos Jürguen Habermas, Giovanni Vattimo e Roger Scruton, do teólogo Joseph Ratzinger, e do antropólogo René Girard. A reflexăo desse artigo focará na importância do estado secularizado e sua fu^ăo de conter os extremismos, bem como no reconhecimento de que foi o Cristianismo que em grande parte possibilitou o advento do estado secularizado, com liberdade de culto religioso (incluindo o ateísmo). Sol^ðes săo propostas ao longo do artigo.
O Livro Vermelho de Jung na visão de Walter Boechat - Resenha
Resenha:BOECHAT, Walter. O Livro Vermelho de C. G. Jung. Petrópolis: Vozes, 2014.