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"Affirmativity"
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Decolonizing perspectives and decolonial pluriversality in management praxis & research: introduction to the special issue
by
BAZANA, SANDISO
,
PEREDO, ANA MARIA
,
MIELLY, MICHELLE
in
Affirmativity
,
Alterity
,
Decolonial perspectives
2024
Abstract Decolonial and pluriversal perspectives have recently proliferated in organizational studies, challenging predominant Western and Eurocentric knowledge paradigms in management. Offering both a critique of and alternatives to hegemonic perspectives, the articles in the current special issue place front-and-center new possibilities that recognize multiple ways of knowing and organizing, particularly those originating within less visible, marginalized, Indigenous, or minority communities. The studies in this special issue question entrenched Eurocentric norms in management theory by privileging new perspectives that encompass three central and common concepts interwoven across this issue: hybridity, alterity, and affirmativity. These overarching themes reflect a commitment to acknowledging and integrating diverse epistemic traditions following the notion of pluriversality to resist simplistic or monolithic interpretations of human organizing practices. This commitment requires us to advocate for more inclusive publication practices beyond traditional norms to acknowledge the barriers posed by English-dominant publication outlets and standards. The present collection of articles offers an interdisciplinary exploration of decolonial practice and theory alongside a specific drive to diversify and pluralize organizational scholarship. By engaging with marginalized voices globally across contexts and organizational forms, we promote a reflexive and inclusive means to challenge hegemonic practices within academia itself and ultimately encourage organizational scholars to adopt decolonial frameworks that critique and renew management practices worldwide. Resumen Las perspectivas decoloniales y pluriversales han aparecido cada vez con más frecuencia en los estudios organizacionales, desafiando los paradigmas de conocimiento occidentales y eurocéntricos predominantes en el campo de la gestión. Los artículos de esta edición especial ofrecen una crítica y también alternativas a las perspectivas hegemónicas, poniendo en primer plano nuevas posibilidades que consideran las múltiples formas de conocer y organizar, en particular aquellas originadas en comunidades menos visibles, marginadas, indígenas o minoritarias. Los estudios presentados aquí cuestionan normas eurocéntricas arraigadas en la teoría de la gestión, privilegiando nuevas perspectivas que abarcan tres conceptos centrales y comunes entrelazados en la cuestión: hibridismo, otredad y afirmatividad. Estos temas son bastante amplios y reflejan un compromiso en reconocer e integrar diversas tradiciones epistémicas, siguiendo la noción de pluriversalidad para resistir interpretaciones simplistas o monolíticas de prácticas de organización humana. Tal compromiso requiere la defensa de prácticas editoriales más inclusivas, además de las normas tradicionales, para reconocer las barreras impuestas por medios y estándares de publicación dominados por el inglés. El conjunto de artículos publicados en esta edición realiza una exploración interdisciplinaria de la práctica y la teoría decoloniales, al mismo tiempo que demuestra un impulso específico para diversificar y pluralizar el campo de los estudios organizacionales. La participación de voces globalmente marginadas en todos los contextos y formas organizacionales contribuye a promover medios reflexivos e inclusivos para desafiar prácticas hegemónicas dentro de la propia academia y, finalmente, alentar a los académicos organizacionales a adoptar estructuras decoloniales capaces de criticar y renovar prácticas de gestión en todo el mundo. Resumo Perspectivas decoloniais e pluriversais têm aparecido com cada vez mais frequência nos estudos organizacionais, desafiando paradigmas de conhecimento ocidentais e eurocêntricos predominantes no campo da gestão. Os artigos desta edição especial oferecem uma crítica e também alternativas às perspectivas hegemônicas, colocando em primeiro plano novas possibilidades que consideram as múltiplas formas de se conhecer e organizar, particularmente aquelas originadas em comunidades menos visíveis, marginalizadas, indígenas ou minoritárias. Os estudos apresentados aqui questionam normas eurocêntricas arraigadas na teoria da gestão, privilegiando novas perspectivas que abrangem três conceitos centrais e comuns entrelaçados na questão: hibridismo, alteridade e afirmatividade. Esses temas são bastante abrangentes e refletem um compromisso em reconhecer e integrar diversas tradições epistêmicas, seguindo a noção de pluriversalidade de forma a resistir a interpretações simplistas ou monolíticas de práticas de organização humana. Tal compromisso requer a defesa de práticas editoriais mais inclusivas além das normas tradicionais para reconhecer as barreiras impostas por veículos e padrões de publicação de domínio inglês. O conjunto de artigos publicados nesta edição faz uma exploração interdisciplinar da prática e da teoria decoloniais ao mesmo tempo que demonstra um impulso específico para diversificar e pluralizar o campo dos estudos organizacionais. O envolvimento de vozes globalmente marginalizadas em todos os contextos e formas organizacionais contribui na promoção de meios reflexivos e inclusivos de desafiar práticas hegemônicas dentro da própria academia e, finalmente, encorajar acadêmicos organizacionais a adotar estruturas decoloniais capazes de criticar e renovar práticas de gestão em todo o mundo.
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