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14 result(s) for "Oralidade e escrita"
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Oralidad y escritura: campos de investigación en pedagogía de la lengua materna
Este artículo presenta el análisis realizado a la línea de investigación “Actividades Discursivas de la Oralidad y la Escritura, en el marco del estudio “Estado del Arte de la Investigación en la Maestría en Pedagogía de la Lengua Materna” . El resultado de este estudio documental, y de corte cualitativo, permite develar los aciertos de la investigación adelantada en esta línea como también la identificación de indicios que llevan a considerar las Tecnologías de la Información y la Comunicación como una condición emergente y por tanto necesaria de ser considerada en la reformulación de la línea, particularmente desde su relación con los procesos de enseñanza y aprendizaje de la oralidad y la escritura, en la formación de Magíster en Pedagogía de la Lengua Materna.
Barthes e a voz docente: O ensino acadêmico como método de desapossamento
The texts in which Roland Barthes, most questioned himself about the place he occupied within academic institutions open up, in the pedagogical field, the possibility of imagining a time we do not live in, one in which teachers and students would be able to coalesce, in the plurality of their respective voices, as a community of researchers. This article seeks to capture and problematize his reiterated conviction that the fundamental operation of academic work consists in experiencing what he himself named the method of dispossession, both in the field of research and teaching. We therefore propose to systematically examine the writings in which Barthes postulated the hypothesis of envisioning teaching as an eminently poetic act, submitting our research to four major categories: 1) Speech, 2) Writing, 3) Reading and 4) Living Together. Os textos em que Roland Barthes mais se interrogou sobre o lugar que ocupava no interior das instituições acadêmicas trazem, no campo pedagógico, a possibilidade fantasmáticade imaginarmos um tempo em que não vivemos, aquele em que professores e alunos constituiriam, em conjunto e na pluralidade das suas respetivas vozes, uma comunidade de investigadores. Este artigo procura, portanto, capturar e problematizar a sua reiterada convicção de que a operação fundamental do trabalho acadêmico consiste em experimentar o que ele mesmo denominou de método de desapossamento, tanto no domínio da investigação como no da docência. Propomo-nos, assim, examinar sistematicamente os escritos em que Barthes postulou a hipótese de entendermos o ensino como ato eminentemente poético, submetendo a nossa pesquisa a quatro grandes categorias: 1) a Fala, 2) a Escrita, 3), a Leitura e 4) o Viver Junto. Los textos en los que Roland Barthes más se cuestionó sobre el lugar que ocupaba dentro de las instituciones académicas abren, en el campo pedagógico, la posibilidad de imaginar un tiempo en el que no vivimos, y en que docentes y alumnos constituirían, juntos y en la pluralidad de sus respectivas voces, una comunidad de investigadores. Este artículo busca por lo tanto plasmar y problematizar su reiterada convicción de que la operación fundamental del trabajo académico consiste en experimentar lo que él mismo llamó método de desposesión, tanto en el campo de la investigación como en el de la docencia. Nos proponemos, por tanto, escrutar sistemáticamente los escritos en los que Barthes postuló la hipótesis de concebir la enseñanza como un acto eminentemente poético, sometiendo nuestra investigación a cuatro grandes categorías: 1) el Habla, 2) la Escritura, 3), la Lectura y 4) el Vivir Juntos.
Gêneros textuais e língua inglesa em uso: uma análise das coleções aprovadas pelo pnld/le no brasil
Este artigo tem como objetivo analisar dois livros de inglês aprovados no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD/LE/2011) para o Ensino Fundamental II nas escolas públicas brasileiras, comparando-as com outras duas coleções, publicadas em período anterior ao documento, e bastante utilizadas nas escolas brasileiras. A análise aqui apresentada centrase na abordagem dos gêneros textuais orais e escritos presente nestas obras, uma vez que essa abordagem encontra-se no cerne da proposta de incorporar uma visão de ensino de LE centrada na língua em uso, como prática social. Os resultados demonstraram uma tendência positiva de mudança, resultante da inserção das línguas estrangeiras no PNLD. Essa tendência poderá compor um novo domínio discursivo para o livro didático de língua estrangeira brasileiro, incluindo a reafirmação dos conceitos de gênero textual, tipo textual, oralidade e escrita, por muito tempo, bastante negligenciados. Abstract This article aims at analyzing the two English textbooks approved by the National Textbook Program (PNLD/LE/2011) in Brazil. They have been compared to two other textbooks, published in the period prior to the implementation of the Program, and very widely used in Brazilian schools. The present analysis focuses on the spoken and written text genres of the textbooks in focus, since this pedagogical approach lies at the heart of the proposal to incorporate language in use as social practice in the teaching of English. The results showed a trend of positive change, after foreign languages textbooks were incorporated in the National Textbook Program. This trend can help reshape the discourse domain of English textbooks in Brazil, which includes the concepts of text genre and text type, in spoken and written language, which had been neglected for some time. Keywords: text genre; language in use; orality and writing
Patologização das instabilidades da escrita inicial: Um estudo de caso à luz da neurolinguística discursiva
Este trabalho se fundamenta nos pressupostos teórico-metodológicos da Neurolinguística Discursiva e tem como objetivo apresentar um estudo de caso de uma criança que recebeu uma hipótese diagnóstica indevida de dislexia, justificado pelas chamadas trocas de letras na escrita. Tal hipótese foi elaborada em avaliação psicopedagógica, através de testes clínicos padronizados e de protocolo de avaliação da escrita baseado na psicogênese de Emília Ferreiro. Apresentarei dados do estudo longitudinal (junto à criança, focado na reflexão sobre a complexa relação entre fala, leitura e escrita) realizado com o objetivo de analisar e intervir no processo de aquisição da escrita. Os resultados mostram que o registro gráfico de processos fonológicos foi avaliado pela clínica tradicional como evidência de uma patologia relacionada à escrita e à leitura. A hipótese diagnóstica de dislexia inicialmente elaborada não se sustenta diante das análises de dados apresentadas à luz das teorias mobilizadas pela ND e pela análise da escrita em ato, momento no qual é possível flagrar as relações entre fala e escrita. Em conclusão, a Neurolinguística Discursiva ressalta a necessidade da mobilização de teorias linguísticas para avaliar a escrita inicial, de modo que se evite patologizar processos comuns e previstos no período de alfabetização.
Pedagogia da produção de podcast no ensino superior: Relações entre fala/oralidade e escrita/letramento
De uma perspectiva linguístico-discursiva, este artigo visa discutir possibilidades de usos do podcast para fins acadêmicos, considerando as relações entre fala e escrita e entre práticas sociais de oralidade e de letramento na contemporaneidade. Propõe-se uma reflexão sobre a articulação entre os seguintes temas: (i) relações entre fala e escrita e entre oralidade e de letramento; (ii) desenvolvimento de práticas sociais orais e letradas por meio de usos do podcast no ensino superior; (iii) enfrentamento da desinformação e das fake news , em favor de uma educação científica. Parte-se de um cenário panorâmico de usos e consumidores do podcast no Brasil a fim de situar o interesse social nessa mídia contemporânea que traz traços da comunicação radiofônica. Uma síntese dos conceitos fala e escrita em textos seminais dos estudos linguísticos e de relações desses conceitos com práticas orais e letradas fornece a perspectiva a partir da qual é desenvolvida uma reflexão propositiva sobre criação de podcasts no ensino superior numa conjuntura marcada por esforços em favor da educação científica frente à desinformação e fake news. Nas considerações finais, são sistematizadas contribuições para uma reflexão sobre as relações entre fala/oralidade e escrita/escrita no processo de criação de podcast acadêmico, considerando-se o viés de uma discussão tanto teórica quanto aplicada.
Voz, ritmo, performance e materialidade: o que Tom Waits traduz quando recita Bukowski
Neste texto, procuramos refletir acerca da performance vocal, normalmente chamada recitação ou declamação, pensando-a a partir das materialidades da comunicação e como uma tradução intersemiótica de um texto escrito. Em um primeiro momento, usamos os conceitos de Paul Zumthor (1997, 2001) e Walter Ong (2002) acerca da relação entre oralidade e cultura escrita, e passamos deles para uma generalização acerca das materialidades da comunicação, conforme pensadas por Hans Gumbrecht (1998, 1999). Enquanto Gumbrecht se detém sobre as noções de “ritmo”, nosso ponto de estudo será a adição da noção de “timbre”, como característica necessária da performance e absolutamente dependente das materialidades que a determinam, e que a descrição racional e que se quer separada da materialidade consegue no máximo subjugar, passando longe da experiência da mesma. Usamos como exemplo a performance de “The laughing heart”, um poema de Charles Bukowski (2016) recitado por Tom Waits (2006). A performance de Waits transforma o poema de Bukowski, ao mesmo tempo em que o traduz (recodifica) para a materialidade vocal. Embora seja um estudo que não abdica da tradição poetológica, trata-se aqui mais de celebrar a invasão e a “volta para casa” que a voz faz para a poesia, abarcando e ultrapassando as barreiras das análises e da calma da escrita.
Voz, ritmo, performance e materialidade: o que Tom Waits traduz quando recita Bukowski
Our goal is to reflect on the vocal performance, usually called recitation or declamation, based on the materialities of communication and as an intersemiotic translation of a written text. First, we use the concepts of Paul Zumthor and Walter Ong on the relation between orality and literacy, then going towards a generalization around materialities, as regarded by Hans Ulrich Gumbrecht. While Gumbrecht focuses on the notions of “rhythm”, our point is to add the notions of “timbre”, as a necessary feature of performance, and one which is totally dependent on the materialities that determine it, and that the rational description that intends to be separated from material instances gets to only subjugate it, working far from the experience the materialities provide. As an example, we use the performance of “The laughing heart”, a poem by Charles Bukowski recited by Tom Waits. Waits’ performance transforms Bukowski’s poems, and at the same time translate (recodify) it for vocal materiality. Although this is a study that does not renounce the poetic scholarly tradition, our goal is to celebrate he invasion and the feeling of “going back home” that the voice does for poetry, encompassing and surpassing the barriers and the calm of writing. Neste texto, procuramos refletir acerca da performance vocal, normalmente chamada recitação ou declamação, pensando-a a partir das materialidades da comunicação e como uma tradução intersemiótica de um texto escrito. Em um primeiro momento, usamos os conceitos de Paul Zumthor (1997, 2001) e Walter Ong (2002) acerca da relação entre oralidade e cultura escrita, e passamos deles para uma generalização acerca das materialidades da comunicação, conforme pensadas por Hans Gumbrecht (1998, 1999). Enquanto Gumbrecht se detém sobre as noções de “ritmo”, nosso ponto de estudo será a adição da noção de “timbre”, como característica necessária da performance e absolutamente dependente das materialidades que a determinam, e que a descrição racional e que se quer separada da materialidade consegue no máximo subjugar, passando longe da experiência da mesma. Usamos como exemplo a performance de “The laughing heart”, um poema de Charles Bukowski (2016) recitado por Tom Waits (2006). A performance de Waits transforma o poema de Bukowski, ao mesmo tempo em que o traduz (recodifica) para a materialidade vocal. Embora seja um estudo que não abdica da tradição poetológica, trata-se aqui mais de celebrar a invasão e a “volta para casa” que a voz faz para a poesia, abarcando e ultrapassando as barreiras das análises e da calma da escrita.
A leitura e o digital: o nascimento de uma cultura pós-literária no Brasil
A partir das pesquisas “Retratos da leitura no Brasil” do Instituto Pró-livro discute-se as relações entre oralidade, escrituralidade e visualidade na cultura brasileira. Abordamos a problemática da leitura digital à luz das investigações ainda em estado inicial apresentadas por Wolf (2019) e fazemos a hipótese de uma cultura pós-literária em formação no Brasil que necessita do cuidado, atenção e políticas públicas de preservação e desenvolvimento das competências de leitura e imaginação
A escrita e a oralidade em estudos críticos sobre as literaturas africanas de língua portuguesa
A abordagem da relação entre escrita e oralidade em vários estudos acadêmicos sobre as literaturas africanas de língua portuguesa produzidos no país nos mostrou a constância de algumas noções conceituais que, parece-nos, articulam essa relação reiterando uma perspectiva disjuntiva. Esses estudos se organizam a partir de ideias e noções conceituais que reiteram a hierarquização de diferentes modos de representar, ancorados ainda em dicotomias como escrita e oralidade, tradicional e moderno, racionalidade e animismo, realismo e antifiguratividade, etc. Ao fazê-lo, circunscrevem a produção e a recepção das escritas literárias africanas a um enquadramento que modela e afirma sua dependência da literatura europeia, seja para confrontá-la com o discurso canônico ou para reiterar seus fundamentos. Com isso, a literatura europeia permanece ocupando um lugar central em torno do qual gravitam as escritas produzidas nos países africanos de língua portuguesa, já que se constroem como efeito de modos de ler estabelecidos de acordo com normas pré-estabelecidas, as quais funcionam como mecanismos de controle que, por serem exaustivamente repetidos, produzem e deslocam os termos por meio dos quais essas escritas poderiam, de fato, ampliar sua visibilidade. Em função disso, reflete-se, neste texto, sobre alguns questionamentos que envolvem a abordagem disjuntiva dos termos dessa relação, destacando que seu estudo nos aponta a necessidade de revisitar conceitos como os de oralidade, escrita, tradição, modernidade, dentre outros, a fim de tentar fazer avançar um pouco mais as reflexões acadêmicas que se realizam nesta área de estudos.
A persistência da voz poética em Stela do Patrocínio: entre a oralidade e a escrita
Este artigo tem como objetivo apresentar uma leitura de Reino dos bichos e dos animais é o meu nome (DO PATROCÍNIO, 2001), obra com a produção poética oral de Stela do Patrocínio e transcrita por Viviane Mosé. Percebida a colocação de uma voz poética viva nos poemas, nosso interesse primeiro foi discutir como esta se desloca da oralidade para a escrita. Para tanto, analisamos a poética de Stela do Patrocínio a partir de dois vieses. Por um lado, nosso interesse centrou-se em como a questão da autoria é refratada, ao transpor a poética para a poesia escrita. Por outro, voltamo-nos para a relação do leitor com esta voz poética, entendendo os dois em suas dimensões corpóreas, e ocupando lugares no espaço. Para tanto, recorremos às contribuições principalmente de Foucault (2009, 2011), Gumbrecht (2010) e Zumthor (2014). Em meio ao debate, evidencia-se a voz poética nos versos, uma vez que, ao fazer uma leitura crítica destes, é igualmente necessário que eles sejam vocalizados. Por fim, através do percurso teórico e crítico, acreditamos que, transposta para a escrita, a voz poética de Stela do Patrocínio (2001) segue pulsando no leitor, em uma dinâmica em que a tensão se altera, mas a produção de presença permanece.