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Ler e navegar na rota do inferno de Dante
Tradicionalmente, a preocupação da escola, no que concerne ao ensino de Língua Portuguesa tem se pautado na leitura de cânones e de um aparente fracasso na formação de leitores, o que se constata por meio de exames que avaliam o nível de letramentos de alunos que concluírem o Ensino Fundamental e Médio no Brasil (INAF, 2016). Esses indicadores demonstram a necessidade de se refletir sobre as mudanças socioculturais e suas implicações para a escola. Assim, esta pesquisa, de caráter qualitativo interventivo, realizada em uma escola pública do sul do Brasil, debruça-se sobre o uso do videogame, em sala de aula, como ferramenta de leitura e de produção de sentidos e se propõe a investigar a relação entre “ler e navegar”, na narrativa digital Dante’s Inferno. A pesquisa tem como embasamento teórico-metodológico as múltiplas reflexões sobre: ludoletramento, segundo Zagal (2010); a relação entre textos sincréticos e ensino e outros conceitos advindos da teoria semiótica que servem tanto à análise do jogo propriamente dito, em seu viés narrativo, quanto à observação dos fenômenos interativos que se produzem na relação entre o jogo e o jogador, conforme Landowski (2005) e Meneghelli (2009). Os resultados da pesquisa apontam a indiscutível viabilidade de uma proposta para o uso de videogames como estratégia de ensino e propicia a reflexão para uma prática escolar diferenciada, condizente com os novos tempos e preocupada em (re)despertar o interesse pela leitura em situação escolar.
SEMIÓTICA AUDIOVISUAL Y NEUROCIENCIA COGNITIVA. EL PROYECTO DE LA NEUROFILMOLOGÍA Y LA CUESTIÓN DE LA EXPERIENCIA TEMPORAL
Este artículo presenta un marco de investigación basado en el diálogo entre semiótica audiovisual y ciencias neurocognitivas llamado Neurofilmología que actualiza la semiótica interpretativa y que busca esbozar un modelo de la experiencia de visionado que tenga en cuenta la relación encarnada entre un organismo-espectador y su entorno. Este modelo se elabora a nivel metaempírico, reuniendo resultados empíricos de análisis semióticos y experimentos neuropsicológicos. En particular, el artículo ilustra la metodología y resultados de una investigación neuropsicológica en curso sobre la experiencia temporal en el visionado de productos audiovisuales. La experiencia del tiempo no depende de un abstracto reloj interno, sino que está vinculada a una serie de movimientos realizados o percibidos por el sujeto. Este fenómeno se intensifica durante el visionado, en comparación con la experiencia ordinaria. Esta visión encarnada explica las particularidades de la experiencia temporal del espectador y hace del cine un laboratorio de la temporalidad único.
La jerarquía vertical
La siguiente investigación parte de la premisa de analizar textualmente los mecanismos de significación presentes en un póster de Huang Hai, diseñador gráfico chino. La imagen examinada, uno de los pósteres internacionales de la oscarizada Parasite, exhibe una carga semántica compleja, materializada en sus dimensiones plásticas, recursos figurativos y esquemas estructurales subyacentes. Por dicho motivo, y con la intención de comprender el significado construido entre narración fílmica y obra gráfica, se ha empleado la metodología del análisis semiótico estructuralista. Los resultados del estudio indican que la falsedad del sueño americano, la imposibilidad del cambio de clase y el devenir de un oscuro futuro son los ejes temáticos materializados gráficamente.
Contrato e identidad de sujetos infieles en Deseando amar, de Wong Kar-Wai
El presente artículo estudia, a partir de métodos y teorías de la semiótica, los contratos que los actores principales del filme Deseando amar, de Wong Kar-Wai, estipulan en pro de la identidad de sus cónyuges (personajes que mantienen entre sí una relación pasional clandestina). A partir del momento catastrófico, el objetivo de los acuerdos tiende a la comprensión del origen de la infidelidad; en otras palabras, los sujetos protagonistas emprenden un programa narrativo con un fin semiósico y, para ello, simulan ser y hacer como los sujetos infieles. El análisis figurativo, narrativo y axiológico, que surge del método de la Escuela Semiótica de París, da cuenta de cómo los objetivos de la relación contractual se logran más por sentir que por ser y hacer como los otros. De esta manera, se concluye, en primera instancia, que la interpretación identitaria del alter conlleva la comprensión identitaria del ego, y, en segundo lugar, que el ocultamiento de la infidelidad se configura como la salida a la sanción social negativa.
“MASKING” MAKEUP
This article examines applications of bright, eye-catching makeup on the periphery of Rio de Janeiro, Brazil. Tracking the aesthetic decisions of makeup artists and their clients, I analyze how colorful manipulations of the bodily surface relate to local constructions of race. But the bodily surface does not simply reflect established and conventional understandings of race, nor are the aesthetics described herein merely symbolic of assumptions of difference. Instead, the aesthetic practices portrayed in this article may also be regarded as experimental, “nondiscursive” moments—operating on a complementary semiotic register—in the production of yet-to-be actualized ideas about race and being. This research shows how makeup practices often disrupt the aesthetic and conceptual links that tie insides to outsides, essences and souls to physical appearance, and in so doing chip away at the foundations on which race in Brazil has historically been built. Through sixteen months of ethnographic fieldwork (2019–2020) in Rio’s northern suburbs, I observed as disparate aesthetic practices—namely, beautification and transformation—merged with eclectic understandings of the body and notions of being. Through these alternating lenses, makeup enthusiasts often interpreted material signs of the body as pointing to categorical constructions of race, on the one hand, and to beauty, sex, and desire, on the other. These semiotic oscillations and their interpretations often stood in conflict with established racial discourses, and yet rather than being exceptional, I argue that such exploratory, sensuous aesthetics are in fact mundane. Taking as a starting point the understanding that racial discourse in Brazil, as elsewhere, is internally ambiguous and rife with epistemic conflict, this article describes nondiscursive aesthetic practices as strands of material disorder—latent with possibility but often incongruous with what we think we know about race—working to forge novel understandings of race, beauty, and the body. Este artigo examina o uso de maquiagem brilhante e chamativa na periferia do Rio de Janeiro, Brasil. Acompanhando as decisões estéticas de maquiadores e seus clientes, analiso como as manipulações coloridas da superfície do corpo se relacionam com as construções locais de raça. Mas a superfície corporal não reflete simplesmente entendimentos estabelecidos e convencionais de raça, nem são as estéticas descritas aqui meramente simbólicas de suposições de diferença. Em vez disso, as práticas estéticas retratadas neste artigo também podem ser consideradas como momentos experimentais, “não discursivos” - operando em um registro semiótico complementar - na produção de ideias a serem ainda atualizadas sobre raça e ser. Esta pesquisa mostra como as práticas de maquiagem muitas vezes interrompem os vínculos estéticos e conceituais que unem o interior ao exterior, as essências e as almas à aparência física e, ao fazer isso, abalam os próprios alicerces sobre os quais a raça no Brasil foi historicamente construída. Ao longo de 16 meses de trabalho de campo etnográfico (2019-2020) na zona norte do Rio, observei como práticas estéticas díspares – isto é, embelezamento e transformação - amalgamaram com compreensões ecléticas do corpo e noções de ser. Através dessas lentes alternadas, os entusiastas da maquiagem frequentemente interpretavam os sinais materiais do corpo como apontando para construções categóricas de raça, de um lado, e, para beleza, sexo e desejo, de outro. Essas oscilações semióticas e suas interpretações estavam frequentemente em conflito com os discursos raciais estabelecidos e, no entanto, ao invés de serem excepcionais, eu argumento que essas estéticas exploratórias e sensuais são, na verdade, banais. Tomando como ponto de partida o entendimento de que o discurso racial no Brasil, como em outros lugares, é internamente ambíguo e repleto de conflito epistêmico, este artigo descreve práticas estéticas “não discursivas” como fios de desordem material - latentes com possibilidades, mas muitas vezes incongruentes com o que achamos que sabemos sobre raça - trabalhando para forjar novas compreensões de raça, beleza e corpo.
Urban Metaphors Depicted Through the Scenographic Architecture of the TV Series Smallville
Amid the ongoing discussions on Urbanism and experiences in contemporary cities, this essay explores the influence of the urban scenery on the profile and behavior of the residents through a playful analysis of the TV series Smallville (2001-2011). The narrative follows Clark Kent who grows up in a small rural town and evolves into the hero, Superman. Smallville with its anti-urban values contrasts with Metropolis, a fictional version of New York City, reflecting different urban dynamics. The series' filmic scenography illustrates metaphors of the city/individual relationship, showing how the urban environment shapes human behavior and contributes to psychosocial well-being. Furthermore, this study conducts a literature review based on theories such as Semiotics, Gestalt, and Neuroarchitecture, examining how scenography in audiovisual productions like the series Gotham (2014-2019) and the film Joker (2019) reflects real cities and influences the thoughts and personalities of the characters. These works highlight the power of urban structure in shaping individual identity and behavior. Ultimately, the essay contributes to understanding urban dynamics and their influence on individuals, emphasizing the importance of scenography and the environment that was built while constructing narratives and shaping behaviors.
The semiotics of tacit knowledge sharing: a study from the perspective of symbolic interactionism
Abstract This article proposes an integrated theoretical model, combining Polanyi and Peirce constructs - tacit knowledge and semiotics, respectively - under the symbolic interactionist perspective. It aims to understand how signs are manifested as mediators in the tacit knowledge sharing process among members of a cooperative organization. It is based on: a theoretical articulation of the principles of tacit knowledge, which defends the ineffability of this kind of knowledge; semiotic theory, in which signs are a representation of “something for someone” and imply that everything in the world is a sign; and the symbolic interactionist view. This theoretical integration presents a significant theoretical contribution because it proposes a process of semiotic perception to tacit knowledge sharing. This perspective suggests that tacit knowledge sharing occurs through symbolic interaction, mediated by semiotics; this innovative model depends both on internal and external conditions, albeit involving aspects outside organizational control. Resumen Este artículo propone un modelo teórico integrado, que combina los constructos de Polanyi y Peirce: conocimiento tácito y semiótica, respectivamente, bajo la perspectiva del interaccionismo simbólico, con el objetivo de comprender cómo se manifiestan los signos como mediadores en el proceso de compartición de conocimiento tácito entre los miembros de una organización cooperativa. Se basa en: una articulación teórica de los principios del conocimiento tácito, que defiende la inefabilidad de ese tipo de conocimiento; teoría semiótica, en la que los signos son una representación de “algo para alguien” e implican que todo en el mundo es un signo; y la visión simbólica interaccionista. Esta integración teórica presenta una contribución teórica significativa porque propone un proceso de percepción semiótica para compartición del conocimiento tácito. La perspectiva actual sugiere que la compartición de conocimiento tácito se produce a través de una interacción simbólica, mediada por la semiótica. Este modelo innovador depende de las condiciones internas y externas, aunque involucre aspectos fuera del control de la organización. Resumo Este artigo propõe um modelo teórico integrado, combinando os constructos Polany e Peirce - conhecimento tácito e semiótica, respectivamente, sob a perspectiva interacionista simbólica, visando compreender como os signos se manifestam como mediadores no processo de compartilhamento tácito do conhecimento entre os membros de uma organização cooperativa. Baseia-se em: uma articulação teórica dos princípios do conhecimento tácito, que defende a inefabilidade desse tipo de conhecimento; teoria semiótica, em que os signos são uma representação de “algo para alguém” e implicam que tudo no mundo é um signo; e a visão interacionista simbólica. Essa integração teórica apresenta uma contribuição teórica significativa, pois propõe um processo de percepção semiótica para o compartilhamento tácito do conhecimento. A perspectiva atual sugere que o compartilhamento tácito do conhecimento ocorre por meio de uma interação simbólica, mediada pela semiótica. Esse modelo inovador depende tanto das condições internas quanto externas, embora envolvendo aspectos fora do controle organizacional.
La hora del espectador: de la era del autor dramático a la democratización del significado de la escena
Hacia la mitad de la década de los setenta, la escena constituye ya un lugar de integración y diálogo entre los diferentes lenguajes escénicos. Emancipados, pues, los diferentes códigos, será el espectador interpretante el que se sitúe en el centro, como fuerza activa y dinámica. A la era del dramaturgo sucede la del director y, a esta, la del espectador como responsable último de la unidad de sentido de la polifonía de signos que converge en la puesta en escena. El empleo de la semiótica y la semiología en el examen de las nuevas propuestas escénicas revela asimismo el protagonismo del espectador en la articulación del discurso crítico sobre la escena.In the middle seventies, the stage became a place of integration and dialogue of different scenic languages. The codes get their autonomy. The spectator and his ability to interpret take the centre as dynamic and active strength. The age of the author is followed by the age of the stage director, and this is ensued by the age of the spectator as element responsible of the unit of sense of the polyphony of signs that converge on the staging. The use of semiotics and semiology in the exam of the new performances reveals the prominence of the spectator in the articulation of the critical discourse on the stage.
Reflexividade sobre ações morais em adultos: um estudo fenomenológico-semiótico
The phenomena of conscious reflexivity and morality are attributes unique to the human species, with strong evidence of inseparability and synchrony in their evolutionary history. In order to understand the relationship between reflexivity and moral actions, a qualitative study was carried out, according to the criteria of phenomenology-semiotics, based on anonymous structured interviews conducted on the internet. A total of 363 adults, aged between 21 and 28 years (35%) and 28 and 35 years (27%), 63% were female. The results revealed a thematic context structured in 18 themes and a problematic context composed of the following aspects: processes of mediation and modulation of moral actions; characterization of the agency (personal and internal or normative and external); quandary between personal and social patterns of action (cognitive dissonance); personal senses attributed to moral action (deontological levels of opinion, understood between the ontological level and the stylistic level). It is concluded that reflexivity can exert an influence on moral actions, although not always enough to motivate them, and that an intentional action practiced can exert influence not only on reflexivity, but on the self, especially if it has content moral (or transgressor). Os fenômenos da reflexividade consciente e da moralidade são atributos exclusivos da espécie humana, com fortes indícios de indissociabilidade e de sincronia em sua história evolutiva. Com o objetivo de compreender a relação entre reflexividade e ações morais, realizou-se um estudo qualitativo, conforme os critérios da fenomenologia-semiótica, com base em entrevistas estruturadas anônimas realizadas pela internet. Participaram 363 adultos, com faixa etária entre 21 e 28 anos (35%) e 28 e 35 anos (27%), sendo 63% do sexo feminino. Os resultados revelaram um contexto temático estruturado em 18 temas e um contexto problemático composto pelos aspectos: processos de mediação e modulação das ações morais; caracterização da agência (pessoal e interna ou normativa e externa); dilemas entre padrões pessoais e sociais de ação (dissonância cognitiva); sentidos pessoais atribuídos ao agir moral (níveis deontológicos da opinião, compreendidos entre o nível ontológico e o nível estilístico). Conclui-se que a reflexividade pode exercer influência sobre as ações morais, embora nem sempre seja suficiente para motivá-las, e que uma ação intencional praticada pode exercer influência não apenas sobre a reflexividade, mas sobre o próprio self, principalmente se esta possuir conteúdo moral (ou transgressor). Los fenómenos de la reflexividad consciente y de la moralidad son atributos exclusivos de la especie humana, con fuertes indicios de indisociación y de sincronía en su historia evolutiva. Con el objetivo de comprender la relación entre reflexividad y acciones morales, se realizó un estudio cualitativo, conforme a los criterios de la fenomenología-semiótica, con base en entrevistas estructuradas anónimas realizadas por internet. Los resultados revelaron un contexto temático estructurado en 18 temas y un contexto problemático compuesto por los aspectos: procesos de mediación y modulación de las acciones morales; caracterización de la agencia (personal e interna o normativa y externa); dilemas entre patrones personales y sociales de acción (disonancia cognitiva); los sentidos personales atribuidos al actuar moral (niveles deontológicos de la opinión, comprendidos entre el nivel ontológico y el nivel estilístico). Se concluye que la reflexividad puede ejercer influencia sobre las acciones morales, aunque no siempre es suficiente para motivarlas, y que una acción intencional practicada puede ejercer influencia no sólo sobre la reflexividad, sino sobre el propio self, principalmente si ésta posee contenido (o transgresor).
Mucho más que atrezo
El presente ensayo se centra en un elemento primordial pero poco estudiado de las producciones audiovisuales: el poster que sirve para mucho más que mero atrezo en las películas y series. Se combinan dos metodologías, por un lado, la entrevista cualitativa a cinco profesionales del sector en activo; y por otro, la semiótica multimodal. El ensayo propone un diseño metodológico cotejado por unanimidad por los profesionales y aplicable en el análisis de cualquier escena que contenga un poster.