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3 result(s) for "Studio Canal History."
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Mass producing European cinema : Studiocanal and its works
\"This book examines the growth and development of StudioCanal as the leading film and television studio in Europe as it seeks to challenge the global dominance of the Hollywood majors\"-- Provided by publisher.
Historia del canal de Suez y sus tres inauguraciones
Frontera de Asia y África, el canal de Suez ha constituido a lo largo de su historia un importante activo geoestratégico por su valor mercantil y su capital en reputación. A través de una investigación historiográfica, este trabajo reconstruye y analiza las tres grandes ceremonias de inauguración del canal de Suez documentadas históricamente, y su incidencia en la gestión de la opinión pública. A través de hitos como la parada militar, el acto religioso o la disposición protocolaria de asientos para líderes invitados, los resultados demuestran la relevancia persuasiva de las ceremonias y permiten establecer las diferentes tipologías comunicativas, ligadas a la propaganda y a modelos unidireccionales de relaciones con sus públicos, utilizadas por las potencias que controlan el canal en cada una de las inauguraciones observadas. Lying at the border between Asia and Africa, throughout its history the Suez Canal has constituted an important geo-strategic asset for its commercial value and its reputational importance. Through a historiographic investigation, this work reconstructs and analyzes the three major, historically-documented inauguration ceremonies of the Suez Canal, and their impact on forming public opinion. Through key events such as military parades, religious ceremonies, or official seating arrangements for guest leaders, the results demonstrate the persuasive relevance of ceremonies and allow the establishment of different types of communication, linked to propaganda and unidirectional models of relations with their audi­ences, used by the authorities in control of the Suez Canal in each of the observed opening ceremonies.
«Outros Que Devem Tanto a tão Poucos»: Os Submarinos Esquecidos a Marinha Inglesa no Mediterrâneo 1940 – 1943
Entre 1624, quando o primeiro submersível desenhado pelo holandês Cornelius Van Drebbel se aventurou no rio Tamisa, e o início da Segunda Guerra Mundial passaram mais de três séculos. Desde então, os submarinos evoluíram em inúmeros aspetos tecnológicos e construtivos, desde a propulsão diesel-elétrica ao casco duplo, do desenvolvimento do periscópio, tubos de torpedos, sistemas de deteção e comunicação até outras tecnologias, o que os tornou uma das armas mais temidas da atualidade. Este vaso de guerra teve um papel decisivo, ainda que pouco conhecido, nas batalhas pelo controlo do Mediterrâneo durante a segunda guerra mundial.A ambição de Mussolini de expandir o seu império em África, conduziu a mais de três anos de conflito entre as forças Aliadas e as do Eixo. Na África Oriental, após vitórias breves os italianos acabaram por perder os seus territórios da Eritreia, Somália e Abissínia para os ingleses. No Norte de África, as batalhas tiveram lugar nos desertos da Líbia e do Egipto, e mais tarde nas costas de Marrocos, Argélia e Tunísia, onde quase tudo tinha que ser importado por via marítima. Era por isso crítico garantir a segurança das vias navais, pois quem dominasse o mar teria a capacidade de proporcionar os meios para obter a vitória em terra.No Mediterrâneo, desde o ataque à frota francesa em Mers-el-Kebir ao audacioso raid aeronaval a Taranto realizado pela Royal Navy, até ao cerco à colónia inglesa de Malta e às missões dos mergulhadores da Regia Marina nos portos de Alexandria e Gibraltar, ambos os lados tentaram condicionar a capacidade militar e logística dos opositores. Foi mais eficaz a Royal Navynos anos que durou o conflito, e ainda que o pêndulo da vitória tenha oscilado para um lado e para o outro, uma parte relevante dessa vitória deveu-se à atuação da flotilha de submarinos.Os submarinos ingleses apesar de alguma obsolescência, mas cuja fiabilidade prevaleceu em detrimento da inovação, destacaram-se nas suas missões no Mediterrâneo. Entre junho de 1940 e maio de 1943, afundaram um quarto dos navios mercantes, ou quarenta por cento do total da tonelagem afundada pelos aliados. Também recolheram e transportaram feridos, participaram em operações secretas e abasteceram Malta através da missão tapete mágico,o que permitiu a sobrevivência e recuperação da ilha enquanto base naval e aérea. Através deste papel múltiplo os submarinos foram decisivos no assegurar do triunfo aliado. Contudo a vitória não foi conseguida sem custo, pois dos cem submarinos ingleses que operaram no Mediterrâneo até final de 1943, quarenta e quatro foram afundados com a perda de mil novecentas e vinte e duas vidas, um rácio de oitenta e quatro por cento de fatalidades, que foi uma das mais altas do conflito.