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"historia ambiental"
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Proyecciones de reincorporación socioeconómica de las FARC-EP: prácticas de cuidado ambiental en la serranía de San Lucas (Bolívar y Antioquia, Colombia) entre 1959 y 2021
2024
este artículo analizó los procesos y rutas de la reincorporación socioeconomía de algunos exintegrantes de las Fuerzas Armadas Revolucionaria (FARC) observando históricamente las prácticas de cuidado ambiental desarrolladas en la serranía de San Lucas (línea amarilla, Colombia) entre 1959 y 2021. Este estudio revisó legislación ambiental nacional y algunas noticias desde un enfoque territorial y también realizó entrevistas a excombatientes para describir dos momentos: por un lado, los antecedentes de cuidado ambiental en la jurisdicción del departamento de Bolívar, y, por otro lado, las perspectivas de restauración ambiental a partir de la firma del acuerdo de paz entre el Gobierno colombiano y las FARC-EP en 2016 con un caso concreto de reincorporación de algunos excombatientes en jurisdicción del departamento de Antioquia, municipio de Remedios, corregimiento Carrizal, Espacio Territorial de Capacitación y Reincorporación Juan Carlos Castañeda. La investigación evidencia que la dimensión ambiental del territorio ha sido un eje articulador entre guerrilleros y población civil desde antes de la firma del acuerdo. Por eso, este se revela como criterio estratégico para fortalecer el proceso de reincorporación, el desarrollo y la reconciliación territorial, especialmente, en la serranía de San Lucas que ahora puede mostrar su fuerza como corredor estratégico para la conectividad regional entre diversas especies y, tras el posacuerdo, para crear dinámicas de memoria colectiva y de defensa consciente del territorio que ha reforzado en sus habitantes la comprensión de la naturaleza como espacio por antonomasia para la preservación de la vida. this article analyzed the processes and routes of the socioeconomic reincorporation of some ex-members of the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC) by historically observing the environmental care practices developed in the San Lucas mountain range (yellow line, Colombia) between 1959 and 2021. This study reviewed the national environmental legislation and some news from a territorial approach and also conducted interviews with ex-combatants to describe two moments: on the one hand, the background of environmental care in the jurisdiction of the department of Bolívar, and, on the other hand, the prospects for environmental restoration from the signing of the peace agreement between the Colombian government and the FARC-EP in 2016 with a specific case of reincorporation of some ex-combatants in the jurisdiction of the department of Antioquia, county of Remedios, township of Carrizal, Territorial Space for Training and Reincorporation Juan Carlos Castañeda. The research shows that the environmental dimension of the territory has been an articulating axis between guerrillas and the civilian population since before the signing of the agreement. Therefore, this is revealed as a strategic criterion to strengthen the process of reincorporation, development and territorial reconciliation, especially in the San Lucas mountain range, which can now show its strength as a strategic corridor for regional connectivity between different species and, after the post-agreement, to create dynamics of collective memory and conscious defense of the territory, reinforcing in its inhabitants the understanding of nature as a space par excellence for the preservation of life. este artigo analisa os processos e as rotas de reincorporação socioeconômica de alguns ex-membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), observando historicamente as práticas de cuidado ambiental desenvolvidas na serrania de San Lucas (linha amarela, Colômbia) entre 1959 e 2021. Este estudo analisou a legislação ambiental nacional e algumas notícias a partir de uma abordagem territorial e também realizou entrevistas com ex-combatentes para descrever dois momentos: por um lado, o histórico do cuidado ambiental na jurisdição do departamento de Bolívar e, por outro, as perspectivas de restauração ambiental desde a assinatura do acordo de paz entre o governo colombiano e as FARC-EP em 2016, com um caso específico de reincorporação de alguns ex-combatentes na jurisdição do departamento de Antioquia, município de Remedios, Carrizal, Espaço Territorial de Formação e Reincorporação Juan Carlos Castañeda. A pesquisa mostra que a dimensão ambiental do território tem sido um eixo de articulação entre a guerrilha e a população civil desde antes da assinatura do acordo. Portanto, isso se revela como um critério estratégico para fortalecer o processo de reincorporação, desenvolvimento e reconciliação territorial, especialmente na serrania de San Lucas, que agora pode mostrar sua força como um corredor estratégico para a conectividade regional entre diferentes espécies e, após o pós-acordo, criar dinâmicas de memória coletiva e defesa consciente do território que reforçaram em seus habitantes a compreensão da natureza como um espaço por excelência para a preservação da vida.
Journal Article
Frank Molano Camargo. Historia de la basura en Bogotá. Escobitas, bacterias y botaderos (1950-2003). Bogotá: Universidad de los Andes / Universidad Distrital Francisco José de Caldas, 2023. 279 páginas
La historia se construye a partir de huellas, indicios, rastros que las sociedades e individuos dejamos, consciente o inconscientemente, algunos más duraderos y reconocidos que otros. El libro de Frank Molano reflexiona sobre un tipo de huellas que ha venido siendo incorporado en la reflexión historiográfica urbana de las últimas décadas, pero sobre el cual aún queda mucho que decir: las llamadas basuras o desechos. Al ser el residuo de lo que produce una sociedad, la basura ha sido vista precisamente de forma residual en la historiografía.
Journal Article
Debates sobre o clima na região semiárida do Império brasileiro a partir da Comissão Científica de Exploração, 1859-1861
2024
Objective: To analyze how the Scientific Exploration Commission formed by the monarchical government of Brazil between 1859 and 1861 mobilized the climate issue in its work in the then northern provinces of the country and how this resulted in clashes with people from those semi-arid territories. Methodology: In the light of the field of Environmental History and Science, the research is based on the analysis of sources from the aforementioned commission of scientists, as well as discussions about the climate by people from those provinces. Originality: The climate issue sometimes still appears as a topic of minor importance both for the so-called Scientific Commission and in the dynamics of that territory and its people in the mid 19th century. This article questions this view by showing how, above all, interactions with rainfall and its scarcity were decisive in the relations of this part of Brazil with the monarchical power at that time. Conclusions: The semi-arid territory was a challenge to the country’s integration project due to its distance both in biogeographical terms and its people in relation to the ideal of nation gestated in the center of imperial power, in Rio de Janeiro. The purpose of the Scientific Commission was to bring the imperial order to these zones of the Empire, and ought to approach, scientifically, to this extent, the climatic issue. However, since these were not issues that the court monopolized, it resulted in several clashes with other projects focused on this part of Brazil.
Objetivo: discutir como a Comissão Científica de Exploração, formada pelo governo monárquico do Brasil entre 1859 e 1861, mobilizou a questão climática em seus trabalhos nas então províncias do Norte do país e como isso rendeu embates com gentes daqueles territórios semiáridos. Metodologia: à luz de pressupostos do campo da História Ambiental e das Ciências, a pesquisa se construiu com base na análise de fontes da referida Comissão, bem como das discussões sobre o clima por parte de estudiosos dessas províncias. Originalidade: a questão climática, por vezes, ainda aparece subvalorizada tanto para a dita Comissão como nas dinâmicas desse território e suas gentes nos meados do século XIX. Esse artigo questiona essa visão ao mostrar como sobretudo as interações com as chuvas e sua escassez foram decisivas nas relações dessa parte do Brasil com o poder monárquico naquele momento. Conclusões: o território semiárido foi um desafio ao projeto de integração do Brasil pelo seu distanciamento biogeográfico e social em relação ao ideal de nação gerado no poder imperial, centrado no Rio de Janeiro. A Comissão Científica buscava levar a ordem imperial para essa área setentrional do Império, e para isso, estudou a questão climática. Isso, porém, não foi algo unilateral desde a Corte, mas foi o centro de vários choques com outros projetos para essa parte do Brasil.
Objetivo: analizar cómo movilizó la Comisión de Exploración Científica, formada por el gobierno monárquico de Brasil entre 1859 y 1861, la cuestión climática, en su trabajo en las entonces provincias del norte del país y cómo esto derivó en enfrentamientos con la gente de esos territorios semiáridos. Metodología: a la luz de la historia ambiental y de la ciencia, la investigación parte del análisis de fuentes de la referida Comisión y de discusiones sobre el clima por parte de estudiosos de aquellas provincias. Originalidad: dado que el tema climático aún aparece subvalorado, en lo que respecta tanto a dicha Comisión como a la dinámica de ese territorio y sus gentes a mediados del siglo XIX, este artículo cuestiona esa visión mostrando de qué manera las interacciones con las lluvias y su escasez fueron decisivas en las relaciones de esta parte de Brasil con el poder monárquico de la época. Conclusiones: el territorio semiárido presentó un desafío al proyecto de integración del Brasil, por su lejanía biogeográfica y social respecto del ideal de nación del poder imperial, centrado en Río de Janeiro. La Comisión Científica buscaba llevar el orden imperial a esta zona septentrional del Imperio y debió, por tanto, estudiar la cuestión climática con base en la ciencia. No obstante, al no ser temas que acaparara la Corte, ello produjo varios enfrentamientos con otros proyectos enfocados en esta parte de Brasil.
Journal Article
Integrating Paleobiology, Archeology, and History to Inform Biological Conservation
2013
The search for novel approaches to establishing ecological baselines (reference conditions) is constrained by the fact that most ecological studies span the past few decades, at most, and investigate ecosystems that have been substantially altered by human activities for decades, centuries, or more. Paleobiology, archeology, and history provide historical ecological context for biological conservation, remediation, and restoration. We argue that linking historical ecology explicitly with conservation can help unify related disciplines of conservation paleobiology, conservation archeobiology, and environmental history. Differences in the spatial and temporal resolution and extent (scale) of prehistoric, historic, and modern ecological data remain obstacles to integrating historical ecology and conservation biology, but the prolonged temporal extents of historical ecological data can help establish more complete baselines for restoration, document a historical range of ecological variability, and assist in determining desired future conditions. We used the eastern oyster (Crassostrea virginica) fishery of the Chesapeake Bay (U.S.A.) to demonstrate the utility of historical ecological data for elucidating oyster conservation and the need for an approach to conservation that transcends disciplinary boundaries. Historical ecological studies from the Chesapeake have documented dramatic declines (as much as 99%) in oyster abundance since the early to mid-1800s, changes in oyster size in response to different nutrient levels from the sixteenth to nineteenth centuries, and substantial reductions in oyster accretion rates (from 10 mm/year to effectively 0 mm/year) from the Late Holocene to modern times. Better integration of different historical ecological data sets and increased collaboration between paleobiologists, geologists, archeologists, environmental historians, and ecologists to create standardized research designs and methodologies will help unify prehistoric, historic, and modern time perspectives on biological conservation. La búsqueda de métodos nuevos para establecer líneas de base ecológicas (condiciones de referencia) está limitada por el hecho de que la mayoría de los estudios ecológicos abarcan las últimas décadas, cuando mucho, e investigan ecosistemas que han sido alterados sustancialmente por actividades humanas, por décadas, siglos o, posiblemente, más. La paleobiología, arqueología e historia proporcionan contexto ecológico histórico a la biología de la conservación, la remediación y restauración. Argumentamos que la integración explícita de la ecología histórica con la conservación puede ayudar a unificar disciplinas relacionadas de paleobiología de la conservación, arqueobiología de la conservación e historia ambiental. Diferencias en la resolución espacial y temporal y la extensión (escala) de datos prehistóricos, históricos y modernos aun son obstáculos para la integración de la ecología histórica y la biología de la conservación, pero las extensiones temporales prolongadas de datos ecológicos históricos pueden ayudar a establecer líneas de base más completas para la restauración, documentar un rango histórico de variabilidad ecológica y ayudar a la determinación de condiciones futuras deseadas. Utilizamos la pesquería del ostión oriental (Crassostrea virginica) de la Bahía de Chesapeake (E.U.A.) para demostrar la utilidad de los datos ecológicos históricos para dilucidar la conservación del ostión y la necesidad de un método de conservación que trascienda límites disciplinares. Los estudios ecológicos históricos de Chesapeake han documentado declinaciones dramáticas (tanto como 99%) en la abundancia de ostiones de inicios a mediados de los 1800, cambios en el tamaño de ostiones en respuesta a diferentes niveles de nutrientes del siglo dieciséis al diecinueve y reducciones sustanciales en las tasas de acreción de ostiones (de 10 mm/año a 0 mm/año) desde el Holoceno Tardío a tiempos modernos. Una mejor integración de diferentes conjuntos de datos ecológicos históricos y una mayor colaboración entre paleobiólogos, geólogos, arqueólogos, historiadores ambientales y ecólogos para definir diseños de investigación estandarizados y metodologías ayudarán a unificar perspectivas de la biología de la conservación prehistóricas, históricas y modernas.
Journal Article
Advancing the Integration of History and Ecology for Conservation
by
SZABÓ, PÉTER
,
HÉDL, RADIM
in
Animal, plant and microbial ecology
,
Applied ecology
,
Biological and medical sciences
2011
The important role of humans in the development of current ecosystems was recognized decades ago; however, the integration of history and ecology in order to inform conservation has been difficult. We identified four issues that hinder historical ecological research and considered possible solutions. First, differences in concepts and methods between the fields of ecology and history are thought to be large. However, most differences stem from miscommunication between ecologists and historians and are less substantial than is usually assumed. Cooperation can be achieved by focusing on the features ecology and history have in common and through understanding and acceptance of differing points of view. Second, historical ecological research is often hampered by differences in spatial and temporal scales between ecology and history. We argue that historical ecological research can only be conducted at extents for which sources in both disciplines have comparable resolutions. Researchers must begin by clearly defining the relevant scales for the given purpose. Third, periods for which quantitative historical sources are not easily accessible (before AD 1800) have been neglected in historical ecological research. Because data from periods before 1800 are as relevant to the current state of ecosystems as more recent data, we suggest that historical ecologists actively seek out data from before 1800 and apply analytic methods commonly used in ecology to these data. Fourth, humans are not usually considered an intrinsic ecological factor in current ecological research. In our view, human societies should be acknowledged as integral parts of ecosystems and societal processes should be recognized as driving forces of ecosystem change. El papel importante de los humanos en el desarrollo de los ecosistemas actuales fue reconocido hace décadas; sin embargo, la integración de la historia y la ecología para poder informar a la conservación ha sido difícil. Identificamos 4 temas que limitan la investigación ecológica histórica y consideramos posibles soluciones. Primero, se piensa que las diferencias en conceptos y métodos entre campos de la ecología y la historia son grandes. Sin embargo, la mayoría de las diferencias se derivan de la falta de comunicación entre ecólogos e historiadores y son menos sustanciales de los que generalmente se piensa. La cooperación es posible mediante el enfoque en atributos que la ecología y la historia tienen en común y mediante el entendimiento y aceptación de puntos de vista diferentes. Segundo, la investigación ecológica histórica a menudo es obstaculizada por diferencias en escalas espaciales y temporales entre la ecología e historia. Argumentamos que la investigación ecológica histórica solo puede ser desarrollada en extensiones para las que fuentes en ambas disciplinas tienen resoluciones comparables. Los investigadores deben comenzar por definir claramente las escalas relevantes para el propósito determinado. Tercero, los períodos para los que no hay fuentes históricas cuantitativas fácilmente accesibles (antes de 1800 AD) han sido desatendidos en la investigación ecológica histórica. Debido a que datos de períodos previos a 1800 son tan relevantes para el estado actual de los ecosistemas como los datos actuales, sugerimos a los ecólogos historiadores que busquen datos previos a 1800 y les apliquen métodos analíticos utilizados comúnmente. Cuarto, los humanos generalmente no son considerados un factor ecológico intrínseco en la investigación ecológica en curso. Desde nuestra perspectiva, las sociedades humanas deben ser reconocidas como parte integral de los ecosistemas y los procesos sociales deben ser reconocidos como fuerzas conductoras del cambio en los ecosistemas.
Journal Article
Representaciones y debates sobre la cuestión ambiental en la prensa de Buenos Aires durante la epidemia de fiebre amarilla de 1871
2024
La epidemia de fiebre amarilla de 1871 en Buenos Aires movilizó a la sociedad porteña. La prensa fue la principal portavoz de los sectores letrados, que reflexionaron sobre el rol del Estado, la acción de los gobernantes y las actitudes de los individuos ante la peste. En el presente artículo se pretende analizar, desde la historia ambiental urbana, problematizaciones surgidas en la prensa porteña sobre el modelo socioeconómico y su impacto en el medio. El trabajo pretende ser un aporte para comprender cómo el pensamiento liberal fue reformulándose a medida que las sociedades atravesaban períodos de crisis propios de las modernizaciones de finales del siglo XIX.
Journal Article
La mirada estatal de la Amazonia: la planificación de la selva en Brasil, Colombia, Ecuador y Perú entre 1968-1978
2023
Objetivo/Contexto: Esta investigación analiza el aparato argumentativo y las circunstancias que afectaron a los funcionarios que planificaron las zonas selváticas de Brasil, Colombia, Ecuador y Perú entre 1968 y 1978. Metodología: Se aplican herramientas de la Historia Intelectual para desentrañar la construcción de la Amazonia como objeto de conocimiento entre planificadores. Sus mecanismos interpretativos se observan en la disputa sobre la pertinencia de construir sociedades urbanas o agrícolas en la selva. La consideración de sus trayectorias personales introduce un análisis contextual de la configuración de sus cuerpos argumentales a la hora de dar significados a la selva. El seguimiento de la inserción de la Amazonia en el entramado de saberes y tecnologías desplegado con la puesta en marcha de los planes de desarrollo permite señalar los efectos ambientales más notorios tras su implementación. Originalidad: A través del análisis comparativo de la acción planificadora en la Amazonia surge una innovadora descripción de las circunstancias que definieron el quehacer de sus planificadores en el contexto de la “gran aceleración” con que la Historia Ambiental describe el punto de inflexión en que la acción estatal cobró un ímpetu de sensible magnitud en el espacio selvático. Conclusiones: Entre los planificadores de Brasil, Ecuador y Perú prevaleció la intención de adelantar polos de desarrollo, fomentando sociedades urbanas industrializadas, mientras que los de Colombia optaron por un modelo que afirmó la modernización de la agricultura y la ganadería. Los primeros buscaron industrializar los recursos naturales en las ciudades para fortalecer la independencia política y económica de sus países; los segundos, que el uso de semillas híbridas y maquinaria permitiera a los campesinos aumentar su productividad e ingresos, con lo que esperaban abrir la economía nacional al mercado global.
Journal Article