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"Falcato, Ana"
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On Occasion: Invisible Minimalism and the Pragmatic Frame
2016
In the debate between literalism and contextualism in semantics, Kent Bach’s project is often taken to stand on the latter side of the divide. In this paper I argue that this is a misleading assumption and justify this by contrasting Bach’s assessment of the theoretical eliminability of minimal propositions arguably expressed by well-formed sentences with standard minimalist views, and by further contrasting his account of the division of interpretative processes ascribable to the semantics and pragmatics of a language with a parallel analysis carried out by the most radical opponent to semantic minimalism, i.e., by occasionalism. If my analysis proves right, the sum of its conclusions leaves Bach’s proposal in an invisible region of the literalism/contextualism debate.
Journal Article
Phenomenological Approaches to Intersubjectivity and Values
2019
Phenomenology's remarkable insights are still largely overlooked when it comes to contemporary debate concerning values in general. This volume addresses this gap, bringing together papers on the phenomenology of intersubjectivity. What makes it special and distinct from similar texts, however, is its reliance on the axiological--that is, the ethical and existential--dimension of phenomenology's account of intersubjectivity. All the great phenomenologists (Edmund Husserl, Martin Heidegger, Jean-Paul Sartre, Maurice Merleau-Ponty, and Emmanuel Levinas) are covered here, as are lesser-known thinkers in the Anglo-American world, such as Max Scheler and Gabriel Marcel. As such, this book will be welcomed by anyone with an interest in phenomenology, existential philosophy, continental philosophy, sociality, and values.
THE ETHICS OF READING J. M. COETZEE
2017
This essay situates J. M. Coetzee's fiction in the context of a recent attempt to reintroduce the poets into the philosophical republic. In particular, I develop an ethical reading of Coetzee's novelistic project that is grounded in an understanding of the literary work as an event. The idea was first applied to Coetzee's oeuvre by Derek Attridge and supports the singularity of the encounter with the literary piece as a transformative, self-questioning moment. I apply this model to a reading of Diary of a Bad Year, and, after addressing issues of conventional taxonomy proposed by philosophers, I give the final word to Coetzee himself qua commentator of his own work. Finally, I suggest that we view Coetzee's use of irony as a vehicle for both convention disruption and ethical responsibility.
Journal Article
On Occasion: Invisible Minimalism and the Pragmatic Frame/En alguna ocasión: minimalismo invisible y el marco pragmático
2016
This paper compares Kent Bach's peculiar version of semantic minimalism with the most radical form of contextualism in philosophy of language: Charles Travis's occasion-sensitivity. Bach posits a distinction between a contextually insensitive semantic notion of what is said in an utterance and the pragmatically enriched content a speaker can communicate with it, whereas Travis refuses to isolate the content of what is said in an utterance from the act of uttering it. I will argue that Bach's content dualism fails precisely as a result of its willingness to ascribe \"pure semantic content\" to an entity that is structurally pragmatic.
Journal Article
GETTING TO THE HEART OF THE MATTER
2015
This article elaborates on a model to assess the evolution of formal realism in the novel since its inception up to the modernistic turn starting in the last decade of the nineteenth-century. I argue that realism in the novel is connected to a central philosophical issue: representation. Yet the very concept of \"representation\" became a point of difficulty in literature and in modern philosophy, seeing one cannot compare linguistic representations with reality itself as a test for accuracy because what we mean by \"reality\" already involves issues of representation. To better understand this puzzle, I examine two explanatory-models – one focusing on the critical development of literary conventions, the other on psycho-sociological developments – concluding that none of them can, alone, explain the impulse toward realistic representation and the evolution of key formal literary techniques that led to the modernistic turn.
Este artigo elabora um modelo teórico para avaliar a evolução da técnica do realismo formal no gênero do romance, desde o seu nascimento até ao giro modernista iniciado na última década do século XIX. Defendo que o realismo no romance está estruturalmente conectado com uma questão de índole filosófica: a questão da representação. Porém, a própria noção de \"representação\" torna-se um ponto de discórdia na literatura e na filosofia modernas, na medida em que não é possível comparar representações linguísticas com a própria realidade, como teste de precisão para aferir o respectivo acordo entre ambas, uma vez que aquilo que entendemos por \"realidade\" já implica questões de representação. Para melhor entender este puzzle, examinam-se dois modelos explicativos: o primeiro foca especialmente o desenvolvimento crítico das convenções literárias, o segundo parte de desenvolvimentos de tipo psicossocial. A conclusão extraída do balanço de ambos os modelos é que nenhum dos dois pode, por si só, explicar o impulso para um método de representação realista e a respectiva evolução de aspectos formais determinantes nessa convenção, que conduzirão ao giro modernista.
Journal Article
O contextualismo na filosofia da linguagem contemporânea
2011
Esta dissertação discute um problema de Filosofia da Linguagem Contemporânea. O seu principal argumento responde à seguinte questão: qual é a importância que um contexto conversacionaltem na determinação do significado e das condições de verdade das frases de uma língua natural que podem ser proferidas no seu interior?Como resposta à questão, defende-se aqui uma posição contextualistasobre a interpretação de elocuções de frases-tipo de uma língua natural (como o Português), contra uma posição literalista como o Minimalismo Semântico. No fórum de discussão, uma “posição contextualista” defende a imprescindibilidade do conhecimento do contexto conversacional em que uma frase é ou pode ser proferida para a determinação do seu significado local e respectivas condições de verdade.Com o fito de chegar a uma posição contextualista forte e sustentada, a dissertação está estruturada em quatro partes. O primeiro capítulo situa a origem do debate contextualismo/ anti-contextualismo na destituição da relação lógica de designação pelas Investigações Filosóficas de Wittgenstein.No segundo capítulo apresenta-se um quadro sinóptico de posições teóricas sobre a função do contexto na determinação do significado e condições de verdade de elocuções, entre o Literalismo e o Contextualismo Radical. Do lado literalista estão sobretudo propostas de adaptação da Semântica vero-condicional defendida por Davidson, articuladas com o trabalho de David Kaplan sobre Indexicais e Demonstrativos. Do lado do Contextualismo Radical estão projectos herdeiros da Filosofia do Wittgenstein das Investigações Filosóficas e da chamada “Filosofia da Linguagem Vulgar”, encimada por John Austin. A posição mais forte deste lado do espectro teórico defendida actualmente é o Ocasionalismo de Charles Travis.O terceiro capítulo apresenta e refuta uma das mais fortes posições anticontextualistas no actual debate: o Minimalismo Semântico. Os principais defensores desta posição são Cappelen e Lepore e Emma Borg.No último capítulo é apresentada uma versão polémica de anti-contextualismo, o «Minimalismo sem Proposições Mínimas». Essa última posição Literalista sob análise constituirá apenas um ponto de viragem para o argumento contextualista aqui defendido. Detectada a “lacuna fundamental” do Minimalismo sem Proposição Mínimas, a dissertação termina com a defesa de um quadro contextualista radical: o Quadro Pragmático.
Dissertation