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"brincadeira ativa"
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Students who do not play at home have lower self-esteem: results of the multicenter study Active Classes Chile
by
Zapata-Lamana, Rafael
,
Zañartu, Isidora
,
Sánchez López, Mairena
in
active play
,
Autoestima
,
brincadeira ativa
2025
Introduction: The association between physical activity for health and socio-emotional well-being in children and adolescents is widely documented. However, the relationship between active play and self-esteem in schoolchildren is unknown, especially when considering sociodemographic variables that influence active play.
Objectives: 1) to analyze the association between different types of active play and self-esteem in schoolchildren aged 6 to 10 in schools in Chile, and 2) to determine the role of sociodemographic, school, and family variables involved in this potential association.
Methodology: A cross-sectional study was carried out with 417 Chilean schoolchildren (7.8 ± 1.1 years, 53.4% children). Active play was assessed using the Questionnaire for the Measurement of Physical Activity and Sedentary Behavior, and self-esteem with the School Self-Esteem Test.
Results: Schoolchildren who did not play at home showed lower self-esteem, even after adjusting for sociodemographic variables (βi = -3.00; 95% CI: [-5.78; -0.23]; p = 0.033), sociodemographic and school (βi = -3.02; 95% CI: [-5.82; -0.22]; p = 0.034) and sociodemographic, school, and family (βi = -2.84; 95% CI: [-5.67; -0.02]; p = 0.047).
Conclusions: These findings support the implementation of public policies, and at the same time collaborative work between schools and families, that promote active play as a key factor for the socio-emotional well-being and health of schoolchildren.
Introdução: A associação entre a atividade física para a saúde e o bem-estar socioemocional em crianças e adolescentes está amplamente documentada. No entanto, a relação entre a brincadeira ativa e a autoestima em crianças em idade escolar é desconhecida, especialmente quando se consideram variáveis sociodemográficas que influenciam a brincadeira ativa.Objectivos: 1) analisar a associação entre os diferentes tipos de brincadeira activa e a auto-estima em crianças escolares dos 6 aos 10 anos das escolas chilenas e 2) determinar o papel das variáveis sociodemográficas, escolares e familiares envolvidas nesta potencial associação.Metodologia: Foi realizado um estudo transversal com 417 escolares chilenos (7,8 ± 1,1 anos, 53,4% crianças). A brincadeira ativa foi avaliada através do Questionário para Medição da Atividade Física e Comportamento Sedentário, e a autoestima, através do Teste de Autoestima Escolar.Resultados: Os escolares que não brincavam em casa apresentaram menor autoestima, mesmo após ajuste para variáveis sociodemográficas (βi = -3,00; IC 95%: [-5,78; -0,23]; p = 0,033), sociodemográficas e escolares (βi = -3,02; IC 95%: [-5,82; -0,22]; p = 0,034) e sociodemográficas, escolares e familiares (βi = -2,84; IC 95%: [-5,67; -0,02]; p = 0,047).Conclusões: Estes achados corroboram a implementação de políticas públicas e, concomitantemente, o trabalho colaborativo entre escola e família, que promovam a brincadeira ativa como fator-chave para o bem-estar socioemocional e a saúde dos escolares.
Introducción: Los beneficios de la actividad física para la salud y el bienestar de niños y adolescentes están ampliamente documentados. Sin embargo, se desconoce sobre la relación entre el juego activo y la autoestima infantil, especialmente al considerar variables sociodemográficas que influyen en el juego activo.
Objetivo: Analizar la asociación entre distintas modalidades de juego activo y la autoestima en escolares de 6 a 10 años de centros educativos en Chile y determinar el rol de las variables sociodemográficas, escolares y familiares implicadas en esta potencial asociación.
Metodología: Se llevó a cabo un estudio transversal con 417 escolares chilenos (7.8 ± 1.1 años, 53.4% niños). El juego activo se evaluó mediante el Cuestionario de Medición de Actividad Física y Conducta Sedentaria, y la autoestima con el Test de Autoestima Escolar.
Resultados: Los escolares que no jugaban en casa mostraron una disminución significativa en la autoestima, incluso tras ajustar por variables sociodemográficas (β = -3.00; IC 95%: [-5.78; -0.23]; p = 0.033), sociodemográficas y escolares (β = -3.02; IC 95%: [-5.82; -0.22]; p = 0.034) y sociodemográficas, escolares y familiares (β = -2.84; IC 95%: [-5.67; -0.02]; p = 0.047).
Conclusiones: Estos hallazgos respaldan la implementación de políticas públicas, y a la vez de trabajo colaborativo de escuelas y familias, que promuevan el juego activo como un factor clave para el bienestar y la salud de los escolares.
Journal Article