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"exercício"
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The impact of COVID-19 infection on the quality of life among exercisers and non-exercisers
by
Phorthanee, Lalitwadee
,
Silalertdetkul, Supaporn
in
calidad de vida
,
Comportamento relacionado com o exercício físico
,
Comportamiento de ejercicio
2026
Introduction: The individuals’ quality of life, especially the physical health, psychological health, social relationships, and environment domains, may have been influenced by their exercise behaviour during the COVID-19 pandemic. Objective: To investigate the impact of COVID-19 infection (COVID) on individuals’ quality of life, comparing exercisers and non-exercisers. Methodology: In total, 328 participants aged 18 to 25 years old participated in the study. Participants were categorised into four distinct groups: COVID exercisers, COVID non-exercisers, non-COVID exercisers, and non-COVID non-exercisers. Participants were asked to complete self-administered questionnaires assessing their general demographics, exercise behaviour, and quality of life across the four aforementioned domains, and their general health, and overall quality of life. Differences between the groups were analysed using two-way ANOVA and sample pair t-tests, and the relationships among variables were examined using Pearson’s product-moment correlation. Results: Participants in the non-COVID exerciser group reported significantly higher scores in terms of their general health, and in the physical health, psychological health, social relationship, and environmental quality of life domains compared to the other three groups. Among the COVID‑exercisers, general health was significantly associated with the number of vaccine doses they had received. Among the COVID non-exercisers, the physical health domain was found to be associated with the number of COVID-19 infections they had experienced. Conclusion: Participants in the non-COVID exerciser group demonstrated significantly better quality of life scores across all the measured domains. This finding emphasises the importance of maintaining an active lifestyle to support a better quality of life during the COVID-19 pandemic. Introducción: La calidad de vida de las personas, especialmente en los dominios de salud física, salud psicológica, relaciones sociales y entorno, puede haber estado influida por su comportamiento de ejercicio durante la pandemia de COVID-19. Objetivo: Investigar el impacto de la infección por COVID-19 (COVID) en la calidad de vida de los individuos, comparando a quienes realizaban ejercicio con quienes no lo hacían. Metodología: Participaron en el estudio un total de 328 personas de entre 18 y 25 años. Los participantes se categorizaron en cuatro grupos diferenciados: personas con COVID que realizaban ejercicio, personas con COVID que no realizaban ejercicio, personas sin COVID que realizaban ejercicio y personas sin COVID que no realizaban ejercicio. Se les pidió completar cuestionarios autoadministrados para evaluar sus características sociodemográficas generales, su comportamiento respecto al ejercicio y su calidad de vida en los cuatro dominios mencionados, así como su estado de salud general y su calidad de vida global. Las diferencias entre los grupos se analizaron mediante ANOVA de dos vías y pruebas t para muestras independientes, y las relaciones entre las variables se examinaron mediante la correlación de Pearson. Resultados: Los participantes del grupo sin COVID que realizaban ejercicio informaron puntuaciones significativamente más altas en salud general, así como en los dominios de salud física, salud psicológica, relaciones sociales y calidad de vida ambiental, en comparación con los otros tres grupos. Entre los participantes con COVID que realizaban ejercicio, la salud general se asoció significativamente con el número de dosis de vacuna recibidas. Entre los participantes con COVID que no realizaban ejercicio, se encontró que el dominio de salud física estaba asociado con el número de infecciones por COVID-19 que habían experimentado. Conclusión: Los participantes del grupo sin COVID que realizaban ejercicio presentaron puntuaciones significativamente mejores de calidad de vida en todos los dominios evaluados. Este hallazgo pone de relieve la importancia de mantener un estilo de vida activo para favorecer una mejor calidad de vida durante la pandemia de COVID-19. Introdução: A qualidade de vida das pessoas, particularmente nos domínios da saúde física, saúde psicológica, relações sociais e ambiente, pode ter sido influenciada pelo seu comportamento em relação à prática de exercício físico durante a pandemia de COVID-19. Objectivo: Investigar o impacto da infecção por COVID-19 (COVID) na qualidade de vida dos indivíduos, comparando os que praticaram exercício físico com os que não praticaram. Metodologia: Participaram no estudo 328 pessoas com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos. Os participantes foram categorizados em quatro grupos distintos: pessoas com COVID que praticaram exercício físico, pessoas com COVID que não praticaram exercício físico, pessoas sem COVID que praticaram exercício físico e pessoas sem COVID que não praticaram exercício físico. Foi-lhes pedido que preenchessem questionários auto-aplicáveis para avaliar as suas características sociodemográficas gerais, o seu comportamento em relação à prática de exercício físico e a sua qualidade de vida nos quatro domínios referidos, bem como o seu estado geral de saúde e qualidade de vida global. As diferenças entre os grupos foram analisadas através de ANOVA bidirecional e testes t de amostras independentes, e as relações entre as variáveis foram examinadas através da correlação de Pearson. Resultados: Os participantes do grupo não-COVID que praticaram exercício físico reportaram pontuações significativamente mais elevadas na saúde geral, bem como nos domínios da saúde física, saúde psicológica, relações sociais e qualidade de vida ambiental, em comparação com os outros três grupos. Entre os participantes com COVID que praticaram exercício físico, a saúde geral apresentou uma associação significativa com o número de doses de vacina recebidas. Entre os participantes com COVID que não praticaram exercício físico, o domínio da saúde física apresentou uma associação com o número de infeções por COVID-19 que tinham sofrido. Conclusão: Os participantes do grupo não-COVID que praticaram exercício físico apresentaram pontuações de qualidade de vida significativamente melhores em todos os domínios avaliados. Esta descoberta realça a importância de manter um estilo de vida ativo para promover uma melhor qualidade de vida durante a pandemia de COVID-19.
Journal Article
Atividade física, exercício físico e fitness em Portugal: passado, presente e futuro
2024
This article sought, analytically and narratively, to analyze the trends in physical activity and exercise practice in Portugal over the past two decades. Additionally, the context of fitness in the national territory was examined, based on records released over the past years. Specifically, physical exercise was analyzed based on the fitness context, where interest was focused on the economic response to attrition rates and the weekly frequency of members. The current work is structured into several parts, namely: i) physical activity practiced in Portugal; ii) the panorama of physical exercise and fitness in Portugal; and iii) the economic analysis of the fitness sector in Portugal; iv) levels of physical exercise, and v) reasons for non-practice and abandonment of physical exercise. Finally, we will present a discussion highlighting practical implications. In conclusion, this study highlights the difficulty of the fitness sector in reversing inactivity trends. There is a need to review the methods used to assess physical activity and exercise. Additionally, it underscores the importance of understanding the reasons for dropout in fitness centers and implementing reforms to improve customer experience and reduce attrition rates.
Journal Article
Barriers and facilitators to exercise practice in institutionalized older adults: a mixed-methods study
by
Ferreira, Luís Eva
,
Rosa, Marlene
,
Sabino, Raquel
in
Aging (Individuals)
,
Barreiras ao exercício
,
Barreras al ejercicio
2026
Introduction: Institutionalized older adults are among the most vulnerable segments of the population, often engaging in low levels of exercise. Exercise participation may be influenced by perceived barriers and facilitators, however, few studies have explored the impact of these determinants in this population. Objectives: To identify and characterize the challenges, barriers, and facilitators to exercise participation as perceived by institutionalized older adults with diabetes. Methodology: This study adopted a convergent mixed-methods design and was conducted in five institutions with 27 participants. Data collection followed a three-phase: administration of a sociodemographic and clinical questionnaire, focus group interviews, and quantitative assessment using the Exercise Benefits and Barriers Scale (EBBS). Results: The sample included 9 women and 18 men, aged between 72 and 97 years. The main identified barriers were pain, fatigue, and physical limitations, perceived lack of time, and limited access to facilities. Key facilitators included enjoyment, positive emotions, social support, and improved mobility. Participants reported perceived benefits for both physical and mental health, while a major challenge was the limited recognition of exercise as a strategy for managing diabetes. Conclusion: The management of diabetes in institutionalized older adults requires integrating exercise as a central component. Effective exercise programs in this population should combine educational interventions, appropriate physical environments, qualified healthcare professionals, and a supportive social network. This study contributes to the evidence base by identifying the multidimensional barriers and facilitators of exercise participation in this population, providing guidance for the development of more tailored and effective interventions. Introducción: Los adultos mayores institucionalizados se encuentran entre los segmentos más vulnerables de la población, y con frecuencia presentan bajos niveles de actividad física. La participación en ejercicio puede estar influenciada por barreras y facilitadores percibidos, sin embargo, pocos estudios han explorado el impacto de estos determinantes en esta población.Objetivos: Identificar y caracterizar los desafíos, barreras y facilitadores para la participación en ejercicio, según la percepción de adultos mayores institucionalizados con diabetes. Metodología: Este estudio adoptó un diseño de métodos mixtos convergente y se realizó en cinco instituciones, con un total de 27 participantes. La recolección de datos siguió tres fases: administración de un cuestionario sociodemográfico y clínico, entrevistas en grupos focales, y evaluación cuantitativa mediante la Escala de Beneficios y Barreras del Ejercicio (EBBS). Resultados: La muestra incluyó 9 mujeres y 18 hombres, con edades entre 72 y 97 años. Las principales barreras identificadas fueron dolor, fatiga y limitaciones físicas, percepción de falta de tiempo y acceso limitado a las instalaciones. Los facilitadores clave incluyeron disfrute, emociones positivas, apoyo social y mejora de la movilidad. Los participantes reportaron beneficios percibidos tanto para la salud física como mental, mientras que un desafío importante fue el reconocimiento limitado del ejercicio como estrategia para el manejo de la diabetes. Conclusión: El manejo de la diabetes en adultos mayores institucionalizados requiere integrar el ejercicio como componente central. Los programas de ejercicio efectivos en esta población deben combinar intervenciones educativas, ambientes físicos adecuados, profesionales de la salud calificados y una red social de apoyo. Este estudio contribuye a la base de evidencia al identificar barreras y facilitadores multidimensionales de la participación en ejercicio en esta población, proporcionando orientación para el desarrollo de intervenciones más adaptadas y efectivas. Introdução: Os idosos institucionalizados estão entre os segmentos mais vulneráveis da população e apresentam, frequentemente, baixos níveis de atividade física. A participação em exercícios pode ser influenciada por barreiras e facilitadores percebidos; no entanto, poucos estudos exploraram o impacto destes determinantes nesta população. Objectivos: Identificar e caracterizar os desafios, as barreiras e os facilitadores para a participação em exercícios, segundo a percepção de idosos institucionalizados com diabetes. Metodologia: Este estudo adotou uma abordagem convergente de métodos mistos e foi conduzido em cinco instituições, com um total de 27 participantes. A recolha de dados seguiu três fases: aplicação de um questionário sociodemográfico e clínico, entrevistas de focus group e avaliação quantitativa através da Escala de Benefícios e Barreiras ao Exercício (EBBS). Resultados: A amostra incluiu 9 mulheres e 18 homens, com idades compreendidas entre os 72 e os 97 anos. As principais barreiras identificadas foram a dor, a fadiga e as limitações físicas, a perceção de falta de tempo e o acesso limitado a instalações. Os principais facilitadores incluíram o prazer, as emoções positivas, o apoio social e a melhoria da mobilidade. Os participantes relataram benefícios percebidos tanto para a saúde física como para a mental, enquanto um desafio significativo foi o reconhecimento limitado do exercício como estratégia de controlo da diabetes. Conclusão: O controlo da diabetes em idosos institucionalizados requer a integração do exercício como componente essencial. Os programas de exercício eficazes nesta população devem combinar intervenções educativas, ambientes físicos adequados, profissionais de saúde qualificados e uma rede de apoio social. Este estudo contribui para a base de evidências ao identificar barreiras e facilitadores multidimensionais à participação em exercício nesta população, fornecendo orientações para o desenvolvimento de intervenções mais personalizadas e eficazes.
Journal Article
Comparison of hematologic response between trained and sedentary volunteers after high-intensity resistance exercises
by
Silveira Sugano, Mayumi
,
Braga Fernandes, Isabele
,
Teixeira, André de Oliveira
in
Contagem de eritrócitos
,
contagem de leucócitos
,
Ejercicio físico
2026
Introduction: Hematological changes associated with high-intensity physical exercise remain controversial. Objective: To compare hematological responses between practitioners and sedentary volunteers following a high-intensity resistance exercise (RE) session. Methodology: Twenty-four healthy men participated in the study (pre–post with non-randomized parallel groups), including 14 sedentary (SG) individuals and 10 bodybuilding practitioners (+3x per week) for more than six months (PG). The 10RM test (leg extension, squat, and leg press) was used to determine the training load. The exercise session consisted of four sets of 10RM for each exercise, with 1-minute rest intervals between sets and 2 minutes between exercises. Blood samples were collected before and immediately (0min) after the RE session for erythrogram and leukogram analyses (absolute values and relative values [%]). Results: RE increased the absolute values of the variables analyzed in both groups. Neutrophil counts were 13% (95%CI: 5 to 20%) higher in the PG before exercise, but similar post-exercise. After RE, monocyte counts were 2.4% (95%CI: 1.1 to 3.9%) higher in the PG. Lymphocyte levels in the PG were lower both before (DM: -13; IC95%: -6 to -20%) and after (DM: -8; IC95%: -1 to -14%) RE. Conclusions: Practitioners exhibit greater neutrophil and monocyte reactivity following an RE session, but demonstrate residual lymphopenia associated with regular training. Introducción: Los cambios hematológicos asociados al ejercicio físico de alta intensidad siguen siendo controvertidos. Objetivo: Comparar las respuestas hematológicas entre practicantes y sedentarios tras una sesión de ejercicio de resistencia (ER) de alta intensidad. Metodología: Veinticuatro hombres sanos participaron en el estudio (pre–post con grupos paralelos no aleatorizados), incluyendo 14 individuos sedentarios (SG) y 10 practicantes de culturismo (+3x por semana), durante más de seis meses (PG). Se utilizó la prueba de 10RM (extensión de piernas, sentadilla y prensa de piernas) para determinar la carga de entrenamiento. La sesión de ejercicio consistió en cuatro series de 10RM para cada ejercicio, con intervalos de descanso de 1 minuto entre series y 2 minutos entre ejercicios. Se recogieron muestras de sangre antes e inmediatamente (0min) después de la sesión de ER para analizar eritrogramas y leucogramas (valores absolutos y relativos [%]). Resultados: El ER incrementó los valores absolutos de las variables analizadas en ambos grupos. El recuento de neutrófilos fue 13% (IC95%: 5 a 20%) mayor en el PG antes del ER, pero fue similar después del ejercicio. Tras el ejercicio, el recuento de monocitos fue 2,4% mayor en el PG (IC95 %: 1,1 a 3,9%). Los niveles de linfocitos en el PG fueron menores tanto antes del ejercicio (MD: -13; IC95%: -6,7 a -19,5%) como después (MD: -7,5; IC95%: -1,1 a -13,8%). Conclusiones: Los practicantes presentan una mayor reactividad de neutrófilos y monocitos tras una sesión de ejercicio físico, pero presentan linfopenia residual asociada al entrenamiento regular. Introdução: As alterações hematológicas associadas ao exercício físico de alta intensidade permanecem controversas. Objectivo: Comparar as respostas hematológicas entre praticantes de exercício físico e indivíduos sedentários após uma sessão de exercício resistido (ER) de alta intensidade. Metodologia: Vinte e quatro homens saudáveis participaram no estudo (pré-pós, paralelo, grupo não randomizado), incluindo 14 indivíduos sedentários (GS) e 10 culturistas (mais de 3 vezes por semana), com mais de seis meses de prática (PG). O teste de 10RM (extensão de pernas, agachamento e leg press) foi utilizado para determinar a carga de treino. A sessão de exercício consistiu em quatro séries de 10RM para cada exercício, com intervalos de descanso de 1 minuto entre séries e de 2 minutos entre exercícios. Foram colhidas amostras de sangue antes e imediatamente (0 min) após a sessão de ER para análise da contagem de eritrócitos e leucócitos (valores absolutos e relativos [%]). Resultados: O exercício aumentou os valores absolutos das variáveis analisadas em ambos os grupos. A contagem de neutrófilos foi 13% (IC 95%: 5 a 20%) mais elevada no grupo antes do exercício, mas foi semelhante após o exercício. Após o exercício, a contagem de monócitos foi 2,4% superior no grupo (IC 95%: 1,1 a 3,9%). Os níveis de linfócitos no grupo foram mais baixos tanto antes do exercício (DM: -13; IC 95%: -6,7 a -19,5%) como depois (DM: -7,5; IC 95%: -1,1 a -13,8%). Conclusões: Os indivíduos que praticam exercício físico apresentam maior reatividade dos neutrófilos e monócitos após uma sessão de exercício, mas apresentam linfopenia residual associada ao treino regular.
Journal Article
Do aerobic and anaerobic exercises differently affect muscle and liver biomarkers in young adult males?
by
Hardiany, Novi Silvia
,
Purnomo, Eddy
,
Dewi, Syarifah
in
Aerobic exercise
,
Aerobics
,
anaerobic exercise
2025
Introduction: Exercise, despite its well-established benefits, can lead to several adverse effects, including muscle injuries and significant elevations in liver enzymes. Objective: This study investigated the effects of aerobic and anaerobic exercise on serum biomarkers of muscle injury (lactate, LDH, CK) and liver function (ALT, AST). Methodology: Eighteen healthy young male adults were randomized to a 4-week aerobic (n=9) or anaerobic (n=9) exercise program. Blood samples were collected pre- and post-intervention to measure the aforementioned biomarkers. Results: Both aerobic (p=0.028) and anaerobic (p=0.027) exercise significantly increased LDH activity. Lactate levels did not significantly change in either group. CK activity significantly decreased after aerobic exercise (p=0.003) but not after anaerobic exercise (p=0.231). No significant changes in ALT or AST activity were observed in either group. Discussion: The observed LDH increase aligns with existing literature, while the contrasting CK response (decrease after aerobic, no change after anaerobic exercise) highlights differing impacts on muscle integrity. Consistent with prior research, no significant changes in liver enzymes (ALT/AST) were observed, suggesting no exercise-induced liver stress. Conclusions: These findings reveal distinct effects of aerobic and anaerobic exercise on muscle biomarkers, with only aerobic exercise significantly decreasing CK levels, while both affected LDH. Importantly, no evidence of exercise-induced liver stress was observed based on ALT/AST levels. Introducción: El ejercicio, a pesar de sus beneficios bien establecidos, puede provocar varios efectos adversos, incluidas lesiones musculares y elevaciones significativas de las enzimas hepáticas. Objetivo: Este estudio investigó los efectos del ejercicio aeróbico y anaeróbico sobre biomarcadores séricos de lesión muscular (lactato, LDH, CK) y función hepática (ALT, AST). Metodologia: Dieciocho hombres adultos jóvenes sanos fueron asignados aleatoriamente a un programa de ejercicio aeróbico (n=9) o anaeróbico (n=9) de 4 semanas. Se recolectaron muestras de sangre antes y después de la intervención para medir los biomarcadores mencionados. Resultados: Tanto el ejercicio aeróbico (p=0,028) como el anaeróbico (p=0,027) aumentaron significativamente la LDH. El lactato no cambió significativamente. La CK disminuyó significativamente tras ejercicio aeróbico (p=0,003), pero no tras anaeróbico (p=0,231). No hubo cambios significativos en ALT/AST. Discusión: El aumento observado de LDH concuerda con la literatura existente, mientras que la respuesta contrastante de CK (disminución tras ejercicio aeróbico, sin cambios tras ejercicio anaeróbico) destaca diferentes impactos sobre la integridad muscular. En consonancia con investigaciones previas, no se observaron cambios significativos en las enzimas hepáticas (ALT/AST), lo que sugiere la ausencia de estrés hepático inducido por el ejercicio. Conclusiones: Estos hallazgos revelan efectos distintos del ejercicio aeróbico y anaeróbico sobre los biomarcadores musculares, y solo el ejercicio aeróbico disminuyó significativamente los niveles de CK, mientras que ambos afectaron la LDH. Es importante destacar que no se observó evidencia de estrés hepático inducido por el ejercicio según los niveles de ALT/AST. Introdução: O exercício físico, apesar dos seus benefícios bem estabelecidos, pode provocar diversos efeitos adversos, incluindo lesões musculares e elevações significativas das enzimas hepáticas.Objectivo: Este estudo investigou os efeitos do exercício aeróbio e anaeróbio nos biomarcadores séricos de lesão muscular (lactato, LDH, CK) e na função hepática (ALT, AST).Metodologia: Dezoito homens adultos jovens saudáveis foram aleatoriamente designados para um programa de exercício aeróbico (n=9) ou anaeróbico (n=9) de 4 semanas. Foram colhidas amostras de sangue antes e depois da intervenção para medir os biomarcadores mencionados.Resultados: Tanto o exercício aeróbio (p=0,028) como o anaeróbio (p=0,027) aumentaram significativamente a LDH. O lactato não se alterou significativamente. A CK diminuiu significativamente após o exercício aeróbio (p=0,003), mas não após o exercício anaeróbio (p=0,231). Não se verificaram alterações significativas na ALT/AST. Discussão: O aumento observado na LDH é consistente com a literatura existente, enquanto a resposta contrastante da CK (diminuição após exercício aeróbico, inalterada após exercício anaeróbico) realça diferentes impactos na integridade muscular. Consistente com pesquisas anteriores, não foram observadas alterações significativas nas enzimas hepáticas (ALT/AST), sugerindo a ausência de stress hepático induzido pelo exercício.Conclusões: Estes achados revelam efeitos distintos do exercício aeróbico e anaeróbico nos biomarcadores musculares, sendo que apenas o exercício aeróbico reduziu significativamente os níveis de CK, enquanto ambos afetaram a LDH. É importante destacar que não foi observada evidência de stress hepático induzido pelo exercício de acordo com os níveis de ALT/AST.
Journal Article
Tell me what You’ve done, and I’ll predict what You’ll do : the role of motivation and past behavior in exercise adherence
2025
Introduction: The main purpose of this study was to test a hierarchical model of motivation that integrates Achievement Goal Theory and Self-Determination Theory to explain and predict exercise adherence. Method: In total, 2180 exercisers (1020 female, 1160 male) aged between 18 and 60 years, from different gyms and health clubs, completed several scales validated in exercise settings, regarding perceived motivational climate, basic psychological need satisfaction, behavioral regulation, and exercise adherence. For the last measure, weekly computer access to a control system over a 6-month period before and after data collection was consulted. Results: Through structural equation models (SEM), it was verified that (1) task-involving climate positively predicted basic psychological needs. In turn, the satisfaction of these needs predicted autonomous motivation, which led to a positive prediction of adherence; (2) a small variation in exercise adherence was explained by the motivational model under analysis. Nevertheless, models significantly improved their analytical power when past adherence was inserted in the model increasing the explained variance in future behavior from 9.2% to 64%. Conclusions: In conclusion, autonomous motivation can predict people’s exercise adherence, and past behavior increases that predictive effect. The present study brings scientific evidence to the popular saying “tell me what you’ve done and, and I’ll predict what you’ll do”.
Journal Article
Tell me what You’ve done, and I’ll predict what You’ll do : the role of motivation and past behavior in exercise adherence
2025
Introduction: The main purpose of this study was to test a hierarchical model of motivation that integrates Achievement Goal Theory and Self-Determination Theory to explain and predict exercise adherence. Method: In total, 2180 exercisers (1020 female, 1160 male) aged between 18 and 60 years, from different gyms and health clubs, completed several scales validated in exercise settings, regarding perceived motivational climate, basic psychological need satisfaction, behavioral regulation, and exercise adherence. For the last measure, weekly computer access to a control system over a 6-month period before and after data collection was consulted. Results: Through structural equation models (SEM), it was verified that (1) task-involving climate positively predicted basic psychological needs. In turn, the satisfaction of these needs predicted autonomous motivation, which led to a positive prediction of adherence; (2) a small variation in exercise adherence was explained by the motivational model under analysis. Nevertheless, models significantly improved their analytical power when past adherence was inserted in the model increasing the explained variance in future behavior from 9.2% to 64%. Conclusions: In conclusion, autonomous motivation can predict people’s exercise adherence, and past behavior increases that predictive effect. The present study brings scientific evidence to the popular saying “tell me what you’ve done and, and I’ll predict what you’ll do”.
Journal Article
What is the evidence of dance and Pilates interventions on the psychological aspects and sexual function of female breast cancer survivors? A systematic review with meta-analysis of randomized trials
by
Yani Fausto, Danielly
,
Da Silveira Altenhofen Groth, Juliana Larissa
,
Bocchi Martins, Júlia Beatriz
in
Breast cancer
,
Breast neoplasms
,
Cancer
2025
Introduction: Breast cancer has the highest mortality rate among women worldwide. It is estimated that physical exercise can be beneficial in preventing as well as treating the disease. Objective: To analyze dance and/or Pilates interventions and describe their effects on psychological aspects and sexual function in women who are breast cancer survivors. Methods: The studies were identified in five databases, published between 2012 and 2023, following the PRISMA guidelines, registered in PROSPERO. The PEDro and Cochrane Rob2 scales were used to assess the quality of the studies. Effects were reported with mean differences, standard deviations and 95% confidence intervals and the I2 test was used to assess heterogeneity. Results: Seven studies were included in the systematic review, of which six were included in the meta-analysis. In general, the studies showed no heterogeneity (I2 = 0%; p=1.00), dance showed high heterogeneity (I2 = 77%; p<0.01), Pilates showed high heterogeneity (I2 = 89%; p< 0.01). Self-esteem showed low heterogeneity (I2 = 0%; p=0.58), stress, average (I2 = 38%; p=0.18), while the variables that showed high were sexual function (I2 = 77%; p=0.01), body image (I2 = 69%; p=0.04), depressive symptoms (I2 = 68%; p=0.01) and optimism (I2 = 63%; p=0.01). Conclusion: Both interventions proved to be efficient in psychological aspects and sexual function, however, more studies with dance and Pilates are needed for breast cancer survivors in the variables self-esteem and optimism. Introducción: El cáncer de mama tiene la tasa de mortalidad más alta entre las mujeres a nivel mundial. Se estima que el ejercicio físico puede ser beneficioso tanto en la prevención como en el tratamiento de la enfermedad. Objetivo: Analizar las intervenciones de danza y/o pilates y describir sus efectos sobre los aspectos psicológicos y la función sexual en mujeres sobrevivientes de cáncer de mama. Métodos: Los estudios se identificaron en cinco bases de datos, publicados entre 2012 y 2023, siguiendo las directrices PRISMA y registrados en PROSPERO. Se utilizaron las escalas PEDro y Cochrane Rob2 para evaluar la calidad de los estudios. Los efectos se informaron con diferencias de medias, desviaciones estándar e intervalos de confianza del 95%, y se utilizó la prueba I² para evaluar la heterogeneidad. Resultados: Se incluyeron siete estudios en la revisión sistemática, de los cuales seis se incluyeron en el metanálisis. En general, los estudios no mostraron heterogeneidad (I2 = 0%; p=1,00), la danza mostró alta heterogeneidad (I2 = 77%; p<0,01), Pilates mostró alta heterogeneidad (I2 = 89%; p< 0,01). La autoestima mostró baja heterogeneidad (I2 = 0%; p=0,58), estrés, promedio (I2 = 38%; p=0,18), mientras que las variables que mostraron alta fueron función sexual (I2 = 77%; p=0,01), imagen corporal (I2 = 69%; p=0,04), síntomas depresivos (I2 = 68%; p=0,01) y optimismo (I2 = 63%; p=0,01). Conclusión: Ambas intervenciones demostraron ser eficientes en aspectos psicológicos y de función sexual, sin embargo, se necesitan más estudios con danza y Pilates para las sobrevivientes de cáncer de mama en las variables autoestima y optimismo. Introdução: O cancro da mama apresenta a maior taxa de mortalidade entre as mulheres no mundo. Estima-se que o exercício físico possa ser benéfico tanto na prevenção como no tratamento da doença.Objectivo: Analisar as intervenções de dança e/ou Pilates e descrever os seus efeitos nos aspectos psicológicos e na função sexual das mulheres sobreviventes de cancro da mama.Métodos: Os estudos publicados entre 2012 e 2023 foram identificados em cinco bases de dados, seguindo as diretrizes PRISMA e registados no PROSPERO. As escalas PEDro e Cochrane Rob2 foram utilizadas para avaliar a qualidade dos estudos. Os efeitos foram reportados como diferenças de médias, desvios padrão e intervalos de confiança de 95%, e o teste I² foi utilizado para avaliar a heterogeneidade. Resultados: Sete estudos foram incluídos na revisão sistemática, dos quais seis foram incluídos na meta-análise. No geral, os estudos não apresentaram heterogeneidade (I2 = 0%; p = 1,00), a dança apresentou uma elevada heterogeneidade (I2 = 77%; p < 0,01) e o Pilates apresentou uma elevada heterogeneidade (I2 = 89%; p < 0,01). A autoestima apresentou baixa heterogeneidade (I2 = 0%; p = 0,58), o stress, média (I2 = 38%; p = 0,18), enquanto as variáveis que apresentaram alta heterogeneidade foram função sexual (I2 = 77%; p = 0,01), imagem corporal (I2 = 69%; p = 0,04), sintomas depressivos (I2 = 68%; p = 0,01) e otimismo (I2 = 63%; p = 0,01). Conclusão: Ambas as intervenções se mostraram eficazes nos aspetos psicológicos e de função sexual; no entanto, são necessários mais estudos com a dança e o Pilates para sobreviventes de cancro da mama nas variáveis de autoestima e otimismo.
Journal Article
Physical activity among shift workers: accumulating data to guide health promotion strategies
by
Phonthee, Sirisuda
,
Rohmansyah, Nur Azis
,
Kaewwong, Surumpa Charoensuk
in
based exercise
,
Blood pressure
,
Body Composition
2025
Objective: This study examines how shift workers' health indicators are affected by both conventional and virtual exercise regimens. Methodology: 33 shift workers (17 women and 16 men, mean age 25.6 ± 3.5 years) participated in the study. They were split into two experimental groups: one that did traditional exercises with an on-site trainer, and the other that took live, virtual classes through Zoom. The control group carried on with their regular routines. A number of health outcomes were examined before and after the 12-week intervention, including body mass index (BMI), waist circumference, waist-hip ratio, resting heart rate, and blood pressure (both diastolic and systolic). Results: Significantly higher drops in the diastolic blood pressure (F(2.36) = 4.7, p < 0.05), systolic blood pressure (F(2,37) = 4.7, p < 0.05), body mass index (F(2,36) = 4.8, p < 0.05), and waist circumference (F(2,37) = 4.9, p < 0.05) were obtained using one-way analysis of covariance. Conclusion: The study comes to the conclusion that online fitness regimens are just as successful as conventional ones. Providing a virtual workout alternative allows for flexibility and may improve shift workers' compliance with their fitness regimens. Objetivo: Este estudio examina cómo los regímenes de ejercicio, tanto convencionales como virtuales, afectan los indicadores de salud de los trabajadores por turnos. Metodología: Participaron en el estudio 33 trabajadores por turnos (17 mujeres y 16 hombres, con una edad media de 25,6 ± 3,5 años). Se dividieron en dos grupos experimentales: uno que realizó ejercicios tradicionales con un entrenador presencial y el otro que asistió a clases virtuales en vivo a través de Zoom. El grupo de control continuó con sus rutinas habituales. Se examinaron diversos indicadores de salud antes y después de la intervención de 12 semanas, incluyendo el índice de masa corporal (IMC), la circunferencia de la cintura, el índice cintura-cadera, la frecuencia cardíaca en reposo y la presión arterial (diastólica y sistólica). Resultados: Se obtuvieron descensos significativamente mayores en la presión arterial diastólica (F(2,36) = 4,7, p < 0,05), la presión arterial sistólica (F(2,37) = 4,7, p < 0,05), el índice de masa corporal (F(2,36) = 4,8, p < 0,05) y la circunferencia de la cintura (F(2,37) = 4,9, p < 0,05) mediante un análisis de covarianza unidireccional. Conclusión: El estudio concluye que los programas de ejercicio en línea son tan eficaces como los convencionales. Ofrecer una alternativa de entrenamiento virtual permite flexibilidad y puede mejorar el cumplimiento de los programas de ejercicio por parte de los trabajadores a turnos. Objectivo: Este estudo examina como os regimes de exercício, tanto convencionais como virtuais, afectam os indicadores de saúde dos trabalhadores por turnos. Metodologia: Participaram no estudo 33 trabalhadores por turnos (17 mulheres e 16 homens, com uma média de idades de 25,6 ± 3,5 anos). Foram divididos em dois grupos experimentais: um que realizou exercícios tradicionais com um instrutor presencial e o outro que assistiu a aulas virtuais em direto via Zoom. O grupo de controlo continuou com as suas rotinas habituais. Foram examinados vários indicadores de saúde antes e após a intervenção de 12 semanas, incluindo o índice de massa corporal (IMC), a circunferência da cintura, a relação cintura-anca, a frequência cardíaca em repouso e a pressão arterial (diastólica e sistólica). Resultados: Foram obtidas reduções significativamente mais elevadas na pressão arterial diastólica (F(2,36) = 4,7, p < 0,05), na pressão arterial sistólica (F(2,37) = 4,7, p < 0,05), no índice de massa corporal (F(2,36) = 4,8, p < 0,05) e na circunferência da cintura (F(2,37) = 4,9, p < 0,05) utilizando análise de covariância unidirecional. Conclusão: O estudo conclui que os programas de exercício online são tão eficazes como os convencionais. Oferecer uma alternativa de formação virtual permite flexibilidade e pode melhorar a adesão ao programa de exercício entre os trabalhadores por turnos.
Journal Article
Effects of physical exercise on the lipid profile of older adults
by
Hueso Garzón, Daniela Fernanda
,
Tamayo Perdomo, Gladys
,
Pérez Hernández, Lorena Andrea
in
Adulto mayor
,
Aging
,
ejercicio físico
2026
Introduction. Physical exercise plays a fundamental role in the prevention and treatment of cardiovascular diseases, especially in older adults. Regular practice has a positive influence on the lipid profile, contributing to improved metabolic health and quality of life.
Objective. Therefore, the objective was to analyze the effects of physical exercise on the lipid profile of older adults.
Methods. To this end, a quasi-experimental study was conducted in Neiva, Colombia, with a sample of 50 older adults who met the inclusion criteria, such as being between 60 and 80 years of age, female and/or male, and having no medical restrictions. Participants were randomly assigned to two groups of 25: a control group (aerobic exercise; n = 25) and an experimental group (functional training; n = 25). A pretest was conducted to assess the lipid profile, after which participants attended 36 training sessions, three times per week, with an average duration of 50 minutes per session. At the end of the intervention, a posttest was administered to identify changes in the measured variables.
Results. The results showed a statistically significant relationship in high-density lipoprotein (HDL) levels in the experimental group (p = 0.00). Likewise, this group also exhibited positive changes in the reduction of low-density lipoprotein (LDL) levels, although these were not statistically significant.
Conclusions. In this regard, it is concluded that physical exercise improves lipid profile variables such as high-density lipoprotein (HDL), low-density lipoprotein (LDL), and triglycerides after 36 training sessions.
Introdução: O exercício físico desempenha um papel fundamental na prevenção e no tratamento das doenças cardiovasculares, sobretudo nos idosos. A prática regular de exercício influencia positivamente o perfil lipídico, contribuindo para a melhoria da saúde metabólica e da qualidade de vida.
Objectivo: Avaliar os efeitos do exercício físico no perfil lipídico dos idosos.
Metodologia: Este estudo quase-experimental incluiu uma amostra de 50 idosos que preencheram os critérios de inclusão. Os participantes foram aleatoriamente alocados a dois grupos de 25: um grupo de controlo (exercício aeróbio) e um grupo experimental (treino funcional). Foi realizado um pré-teste para avaliar o perfil lipídico. Posteriormente, os participantes realizaram 36 sessões de treino, três vezes por semana, com uma duração média de 50 minutos. Foi aplicado um pós-teste no final de cada sessão para identificar alterações nas variáveis medidas.
Resultados: Foi encontrada uma relação estatisticamente significativa entre os níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL) e triglicéridos no grupo experimental (p = 0,00). Este grupo também apresentou alterações positivas nos níveis de lipoproteína de baixa densidade (LDL), embora estas alterações não tenham sido estatisticamente significativas.
Conclusões: O exercício físico melhora as variáveis do perfil lipídico, como o HDL, o LDL e os triglicéridos, após 36 sessões de treino.
Introducción: El ejercicio físico desempeña un papel fundamental en la prevención y tratamiento de enfermedades cardiovasculares, especialmente en adultos mayores. Su práctica regular influye positivamente en el perfil lipídico, contribuyendo a mejorar la salud metabólica y la calidad de vida.
Objetivo: Establecer los efectos del ejercicio físico en el perfil lipídico de adultos mayores.
Metodología: estudio cuasi-experimental, que contó con una muestra de 50 adultos mayores, que cumplieron con los criterios de inclusión, los cuales fueron asignados de forma aleatoria en dos grupos de 25, quedando así un grupo control: 25 (aeróbicos) y un grupo experimental (entrenamiento funcional): 25. Se realizó un pretest donde se evaluó el perfil lipídico y posteriormente los participantes asistieron a 36 sesiones de entrenamiento, tres veces por semana, con una duración promedio de 50 minutos. Al finalizar el total de sesiones se administró el postest para identificar cambios en las variables medidas.
Resultados: Existe una relación estadísticamente significativa en el valor de la Lipoproteína de alta densidad - HDL del grupo experimental (p = 0,00). Así mismo, este grupo tambien obtuvo cambios positivos en la disminución de los valores del Lipoproteína de baja densidad - LDL aunque no fueron estadísiticamente significactivos.
Conclusiones: El ejercicio físico mejora variables del perfil lipídico como la Lipoproteína de alta densidad - HDL, la Lipoproteína de baja densidad - LDL y triglicéridos tras 36 sesiones de entrenamiento.
Journal Article